
a) Que não existe qualquer razão para que os professores não sejamavaliados para efeitos de progressão na carreira,
b) Que os professores não gozam de direito de veto em relação às leisdo país, nem podem auto-isentarem-se do seu cumprimento, pelo que nãoé aceitável qualquer posição que implique resistência à aplicação doactual modelo de avaliação;
c) Que o governo não pode ceder às exigências dos professores, devendo antes abrir processos disciplinares a todos aqueles que ponham em causa a concretização da avaliação dos docentes tal como foic ongeminada pelo Ministério da Educação;
d) Que o governo, na batalha contra os professores, deve esforçar-se por chamar a si a opinião pública, isolando, desta forma, a classe docente.Este é o pensamento de Vital Moreira, onde a sua veia caceteira surge bem expressa. Mas, mais do que isso, este texto, publicado no"Público", revela-nos um verdadeiro guia político da acção do Ministério da Educação contra os professores.Que cada colega não perca a memória e dê a devida resposta a este senhor nas eleições para o Parlamente Europeu, é o mínimo que está aonosso alcance. "do cartel
Pscr: O cantigas, veio hoje apregoar (falando de politica nacional em eleições europeias ao arrepio do que disse) que o pinoquio se não tiver maioria se vai embora amuado. Eu até recomendo que contrate umas carpideiras para dar estardalhaço ao choradinho. Haja paciência, afinal a missa de Espinho pariu um rato de bigode.
1 comentário:
Deus queira que sim.
Vá-se embora
Não faz cá falta nenhuma.
Era um favor...
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