quarta-feira, 28 de janeiro de 2009
Voltaram as cheias.
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
Exame de admissão?
Na década de 90, as universidades floresceram como cogumelos, com os tais cursos de lápis e papel, na área das letras e humanidades, nos quais não era exigido grande investimento, era tudo lucro. Cavaco e Guterres foram os padrinhos desta realidade. Portugal reconhecido internacionalmente pela excelência do ensino superior, passado 15 anos caiu em descrédito em muitas áreas. Apareceram algumas coisas boas, como a universidade de Aveiro.O APELO À MAIORIA ABSOLUTA
No espaço duma semana, dois antigos presidentes da República, Mário Soares e Jorge Sampaio, alertaram publicamente para o risco sério de a crise poder tornar Portugal "ingovernável". Por causa disso, Soares recomenda que uma nova maioria absoluta para o PS pode ser a solução. E Sampaio, sem se comprometer tanto, não deixa de dizer que "o problema de governabilidade, oculto pela existência de uma maioria absoluta, pode irromper nos próximos tempos de forma dramática". Não é abusivo concluir que, tal como Soares, Sampaio prefere que a maioria absoluta do PS se mantenha.Nenhum desses avisos vem por acaso. O facto é que o principal interessado neste discurso, o Governo, já entrou em campanha eleitoral para revalidar a maioria absoluta. Como desta vez não há o caos de 2004 nem o efeito Santana Lopes, o PS precisa de diversificar as suas fontes de inspiração. Sócrates pode assumir a paternidade de medidas externas como a descida dos juros, que ninguém o questiona. Mário Lino quer detalhes completos sobre que inaugurações andam por aí a ser celebradas para o Governo não perder oportunidades. E o Conselho de Ministros aprovou patrioticamente a mais recente oferta às construtoras civis de permitir ajustes directos, um procedimento excepcional e sempre melindroso, para empreitadas com o valor anódino de 5,150 milhões de euros. São assim os governos com maioria absoluta.
O pressuposto de que a nossa governabilidade depende da existência de maiorias absolutas obedece a uma certa lógica histórica. Quando no final da década de 80 Cavaco Silva insistia na maioria absoluta como condição de governabilidade, estava a falar para um País anormal onde os governos não conseguiam terminar uma legislatura. Mas as nossas circunstâncias mudaram. Hoje, o discurso da governabilidade como fundamento duma maioria absoluta não pode repetir o velho diapasão da estabilidade, porque a questão da governabilidade do País não pode ser reduzida à simples estabilidade institucional.
O que tanto Soares como Sampaio não disseram com clareza é que, como estes últimos anos demonstraram, uma maioria absoluta pode ser suficiente para gerar estabilidade institucional, mas insuficiente para trazer estabilidade política. A estabilidade política precisa de mais do que um Governo com a liberdade para aprovar leis no Parlamento e o poder para se defender das oposições. Fazer de Portugal um sítio governável implica actuar sobre as causas que há dez anos nos impedem de crescer e sair da estagnação. Que valor pode ter um Governo de maioria absoluta, do PS ou do PSD, que se mostra incapaz de afrontar os problemas essenciais do País e de abrir perspectivas? A estabilidade depende dessa coragem e não das maiorias absolutas.
A teoria da Cabala
Cavaco Silva, enquanto Primeiro Ministro (PM), na primeira metade da década de 90, falava de forças de bloqueio, que não o deixavam governar: «deixem-nos trabalhar», dizia ele frequentemente. O vértice das forças de bloqueia era o próprio Presidente Soares. E, de facto, este muito fez para prejudicar politicamente o governo de Cavaco.Agora, o actual PM, Pinto de Sousa, não sente o bloqueio do Presidente, o mesmo Cavaco, mas fala de cabala. Chega mesmo a sugerir que o caso Freeport foi «ressuscitado» para o prejudicar, em ano de eleições. Não seriam só os partidos da oposição a construir a cabala. Também a justiça, a PJ, o MP estariam aliados. Foi necessário que o representante do sindicado dos juízes se insurgisse, pedindo explicações, para que o PM se encolhesse.
Dá a impressão de que o PS gosta muito deste conceito. Segundo eles, já com Ferro Rodrigues terá havido uma cabala contra o PS no caso Casa Pia (Pedroso, número dois do PS de então e o próprio Ferro Rodrigues, Secretário Geral).
Se calhar, o patriarca Soares, que se mantém, como sempre, muito flexível para os meandros da política, ainda vai também ser acusado de participar na cabala. Então não é que o senhor ex-Presidente, sempre solícito no apoio, vem agora sugerir que o Secretário-Geral do seu partido, ao propor como grande medida do seu programa o casamento dos homossexuais, está a querer armar-se em radical de esquerda?
Honra seja feita ao Ministro da Presidência, Silva Pereira, o qual, encantinhado por Mário Crespo na entrevista de hoje (26 de Janeiro) à Sic, prefere falar de «campanha negra». Afinal, sempre é mais criativo.
O curioso de tudo isto é que o importante, no caso Freeport, o que acentuam quer o governo quer os media, não é a procura da verdade, mas o momento das averiguações. Parece que a substância não interessa, importante é o timing .
Na verdade, o horizonte está negro. Muito negro. Foi enegrecido por quem se queixa de «campanha negra».
Marcos Tavares
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
ME: sucesso por encomenda.
Para isto Sr. Engenheiro?
"Valeu a pena resistir, não desistir, enfrentar as dificuldades. Este é o caminho para o sucesso", José Sócratesdomingo, 25 de janeiro de 2009
Alegre-Pressões-Transparência
Em 23.1.2009: “Manuel Alegre criticou hoje o discurso do ministro Augusto Santos Silva sobre liberdade e responsabilidade, avisando que não responde perante nenhum membro do Governo, mas atacou também a pressão exercida por alguns professores em relação aos deputados.(…)”_”Houve um tipo de pressão feito por alguns professores sobre os deputados e que demonstram que eles estão mal informados sobre o que se passa na Assembleia da República. E demonstra-se que eles estão mal informados porque até mandaram e-mails a deputados que têm votado a favor [das propostas da oposição para a suspensão da avaliação]" FonteO Dr. Alegre tem razão quando critica Santos Silva. O deputado foi eleito pelo povo e a ele deve satisfação. A disciplina de voto é uma criação da partidarite, criando um sistema macrocéfalo de controle absolutista do país, favorável à corrupção, ainda mais quando existem maiorias absolutas.
Bem, dizem alguns_assim seria a anarquia e os governos seriam ingovernáveis. De acordo. Mas estão mude-se o sistema eleitoral, faça-se a regionalização. Façam como quiserem, os deputados têm é de responder e votar condicionados pelos seus eleitores e necessidades regionais.
É preciso transparência, os deputados têm de dar cavaco, e assim Dr. Alegre, talvez os eleitores não confundam as intenções de voto dos deputados. Lanço aqui um apelo, de criar uma página, ou começar por os blogs terem um espaço para acompanhar-mos por regiões os deputados eleitos e o que fazem pelos eleitores. Chega desta gente andar em auto-gestão. Vamos avaliar os políticos. Está aberta a discussão.
sábado, 24 de janeiro de 2009
ME poderá ser acusado em tribunal.
Disse Garcia Pereira este sábado. «Há várias violações de princípios constitucionais que poderão fundamentar o desencadeamento dos meios que os professores entenderem mais adequados, com vista à reposição da legalidade»Desde sempre, é público e notório, a manifesta incapacidade deste ministério de estruturar um articulado legislativo simples, que pudesse responder às necessidades do sector. Os atropelos à constituição e a outras leis de base são frequentes, e é com base nesta grande fragilidade, que se seguirão os próximos passos desta luta. Dinheiro não faltará, 150000 professores, com uma pequena contribuição, farão o milagre dos peixes.
Os sindicatos já poderiam ter avançado para uma forte batalha judicial: por vezes questiono o marcar passo. Enfim... gerem a sua agenda, tentam ter sempre uma moeda para trocar com o ministério. Mas os professores já mostraram que lideram o processo, e mais uma vez partem para uma batalha judicial, em que a plataforma concerteza se associará.
Nesta nova etapa, o governo pode continuar com a cabeça entre as orelhas, fazendo tábua raza da lei, mas não se esqueça que no dia das eleições, não são os professores que vão ser avaliados por esta politica negligente em que os interesses partidários foram colocados à frente do pais.
É só isso que interessa?
"Saiu vitorioso o grupo parlamentar socialista que se impôs a uma proposta que era uma autêntica moção de censura." Alberto MartinsTudo se resume a um mero exercício político. O parlamento, transformado numa passerelle de vaidades politiqueiras.
Lá fora, no país real, a comunidade escolar pega fogo. A intranquilidade nas escolas é enorme, reina um clima de caça às bruxas, muita gente não se encara, não se trabalha em equipa, as pessoas fecham-se, acabou-se o voluntarismo.
Os políticos e outros esquecem que ser professor, implica disponibilidade psicológica, emotiva, humanidade, o que não é possível neste clima. Muitos zombam disso, pois na avençazinha que xuxam naquelas universidades independentes e modernas, vendem aulas com uma pedagogia horrível; quando lá vão…
FREEPORT: diz o Independente em 2005

Fonte imagemA QUEM VAI SERVIR O TGV?
Este é o pensamento político que temos em Portugal, está em todas: Estádios de futebol, hoje às moscas, TGV, novo aeroporto, nova ponte, auto-estradas onde bastavam estradas com bom piso, etc.A quem na verdade serve tudo isto?
Aos fabricantes de material ferroviário, às construtoras, aos bancos. Não aos contribuintes e seus filhos, que ficarão gerações a pagar isto, adiando o desenvolvimento do país.
Experimente ir de Copenhaga a Estocolmo de comboio. Comprado o bilhete, dá consigo num comboio que só se diferencia dos nossos 'Alfa' por não ser tão luxuoso e ter menos serviços de apoio aos passageiros.
A viagem, através de florestas geladas e planícies brancas a perder de vista, demorou cerca de cinco horas.
Não fora conhecer a realidade económica e social desses países, daria comigo a pensar que os nórdicos, emblemáticos pelos superavites orçamentais, seriam mesmo uns tontos.
Se não os conhecesse bem perguntaria onde gastam eles os abundantes recursos resultantes da substantiva criação de riqueza?
A resposta está:
. na excelência das suas escolas,
· na qualidade do seu Ensino Superior,
· nos seus museus e escolas de arte,
· nas creches e jardins-de-infância em cada esquina,
· nas políticas pró-activas de apoio à terceira idade.
Percebe-se bem porque não:
· construíram estádios de futebol desnecessários,
· constroem aeroportos em cima de pântanos,
· nem optam por ter comboios supersónicos que só agradam a meia dúzia de multinacionais.
O TGV é um transporte adequado a países de dimensão continental, extensos, onde o comboio rápido é, numa perspectiva de tempo de viagem/custo por passageiro, competitivo com o transporte aéreo. É por isso que, para além da já referida pressão de certos grupos que fornecem essas tecnologias, só existe TGV em França ou Espanha (com pequenas extensões a países vizinhos).
É por razões de sensatez que não o encontramos :
· na Noruega,
· na Suécia,
· na Holanda
· e em muitos outros países ricos.
Tirar 20 ou 30 minutos ao 'Alfa' Lisboa-Porto à custa de um investimento de cerca de 7,5 mil milhões de euros não trará qualquer benefício à economia do País. E, dado ser um projecto praticamente não financiado pela União Europeia, ser um presente envenenado para várias gerações de portugueses que, com mais ou menos engenharia financeira, o vão ter de pagar.
Com 7,5 mil milhões de euros podem construir-se:
- 1000 (mil) Escolas Básicas e Secundárias de primeiríssimo mundo que substituam as mais de cinco mil obsoletas e subdimensionadas existentes (a 2,5 milhões de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) creches (a 1 milhão de euros cada uma);
- mais 1.000 (mil) centros de dia para os nossos idosos (a 1milhão de euros cada um).
E ainda sobrariam cerca de 3,5 mil milhões de euros para aplicar em muitas outras carências como, por exemplo, na urgente reabilitação de toda a degradada rede viária secundária.
Cabe ao Governo reflectir.
Cabe à Oposição contrapor.
Cabe-lhe a si participar
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
OS PUNHOS SOCIALISTAS ACORRENTADOS

PS chumba projecto do CDS-PP para suspender avaliação dos professores. Publico
SÓCRATES o extremista radical!
Diz o Dr. Soares sobre os casamentos homossexuais_ «Não são esses os problemas fundamentais neste momento, mas há certos radicais que querem ir adiante para mostrarem que são de esquerda. Têm o direito de o fazer. É uma questão de consciência que reconheço», Bem! afinal Sócrates é da extrema esquerda?
Não quero que o povo morra. Só que o negócio corra!
Novo dia D no processo da avaliação dos professores. Um projecto do CDS que pretende a suspensão e propõe soluções, será votado. Estes deputados professores (Odete João-Leiria, Fernanda Asseiceira-Santarém, João Bernardo-Aveiro, Rosa Maria Albernaz-Aveiro, Paula Barros-Vila Real, Jorge Fão-V.Castelo, Rosalina Martins-V.Castelo, Ricardo Gonçalves-Braga, Fernando Cabral-Guarda, Bravo Nico-Évora, Paulo Barradas -Viseu, Isabel Coutinho -Braga, Cláudia Vieira -Viseu, Miguel Ginestal-Viseu, José Junqueiro-Viseu, Jovita Ladeira-Faro, Aldemira Pinho-Faro) poderiam fazer a diferença. Mas num partido que se diz democrático, Alberto Costa e Santos Silva, mandaram os servis deputados votar contra a escola pública. Os senhores deputados farão a escolha entre: desbloquear o processo e fazer o país evoluir, ou, olhar para o umbigo e deixar a vidinha seguir.Como dizia o cangalheiro_ “eu não quero que o povo morra, eu só quero que o negócio corra.”
PScr-Lateralmente tem a lista de deputados professores que lixam a escola pública, clik no nome e envie directamente um email, agradecendo e dando bons conselhos para a próxima. Já agora, aproveite e comunique a sua intenção de voto nas proximas legislativas.
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Em nome da Educação, demitam-se!!!
Faço questão de iniciar este comentário com uma saudação a todos os colegas que têm resistido à chantagem, às ameaças e aos prazos, não entregando o documento dos objectivos individuais. Quero também saudar efusivamente os mais de cem mil professores / educadores que na passada 2ª feira estiveram em greve. Duas paralisações na casa dos 90%, no espaço de um mês e meio, são um facto sem paralelo no sindicalismo português. Um bem-haja a todos quantos assim reivindicam a razão dos seus direitos.Também quero convictamente afirmar que a avaliação de desempenho dos educadores e professores portugueses é um requisito fundamental para a valorização profissional, para a dignificação da escola pública e para a melhoria da qualidade do ensino em Portugal.
Mas comprovadamente reafirmo que o modelo imposto pelo ministério nunca servirá nenhum desses objectivos, até porque não foi criado com esse desígnio. E como diz o aforismo que o que nasce torto…, está sobejamente entendido que as avulsas e sucessivas remodelações se limitam a manobras tácticas de protelação com intuitos eleitoralistas.
Consequentemente concluo que o modelo de avaliação de desempenho saiu da esfera técnica e profissional e passou exclusivamente para o domínio político. Não vale a pena insistir nas incongruências, na inexequibilidade, no dislate ou na patranha que enferma este funesto projecto governamental. Já toda a gente percebeu que o desiderato ministerial na sua essência nunca será aplicado porque não é aplicável e porque os professores não o querem e de forma eloquente já o declararam. A substância em causa não tem espaço de negociação.
Importa sim perceber porque é que a emproada ministra e seus acólitos teimam na sua execução, mesmo que seja na enésima versão que já em nada corresponde á sua matriz de concepção, e porque é que o engenhoso 1º ministro segura o que resta deste embuste e mantém o que sobra deste ministério!
Tenta-se salvar a face política de um governo que sobre esta matéria já não governa. Tenta-se fazer acreditar que o processo está em decorrência dizendo-se ao povo que as regras são unas e que agora é que todos "entraram nos eixos". Tenta-se escorar a contestação em conformidade com as projecções eleitorais. É a proclamação da soberania do parecer escoltada por gizadas atoardas de zelosos secretários de estado a apelarem ao conformismo a troco de benesses, por propagadas ameaças de assanhadas directoras a instigarem processos disciplinares e por matreiras comunicações de abuso de poder difundidas pelos serviçais comissários políticos. Tudo é possível no reino da fantasia mesmo que a imaginação roce a malcriadez despótica. Vale tudo para fazer de conta que tudo está a rolar, mesmo sabendo-se que o que passa é aragem sem nada levar na carruagem. Por isso é que não embarcamos nesta viagem. Por isso é que por duas vezes mais de 80% dos professores/educadores deste país fizeram da rua o palco da sua indignação. Por isso é que por duas vezes mais de 90% fizeram da greve a sua forma de contestação. Por isso é que este longo cordão de acumuladas forças, construído genuinamente em cada escola, constitui um movimento social inédito que extravasa as fronteiras do sindicalismo ou de qualquer outro dirigismo.
Este ministério, este governo e este país, não estavam preparados para a nossa capacidade de afronta e réplica à prepotência ministerial, nem supunham sermos capazes de agrupar meios interventivos e de combate por uma outra escola e um outro Portugal. Com dignidade soubemos construir o muro de uma oposição profissional que nos coloca na notabilizada tribuna das grandes batalhas sociais e nos atesta com um capital de luta de património intemporal.
O êxito da contestação é aferido em cada contenda. A extraordinária adesão à última greve marca de forma indelével o desfecho desta nossa luta.
Contra os prenúncios fomos determinados e não deterministas.
Contra as desonras fomos íntegros e não integrados.
Um governo socialmente responsável e consciente jamais teria permitido que a obstinada teimosia do Ministério da Educação degenerasse numa destabilização generalizada em que se encontram as escolas e todo o sistema de ensino, que só não atinge níveis insustentáveis porque os professores/educadores respondem às agressões institucionais com brio e dignidade no exercício profissional.
Senhora e senhores do poder ministerial, sejam educados e em nome do bom-nome da Educação, demitam-se!!!
José Maria Cardoso
Professor / Barcelos
FREEPORT:tio de Sócrates testa de ferro?
"Júlio Monteiro, tio de José Sócrates, e empresas de que é proprietário foram, esta quinta-feira, objecto de buscas para apreensão de documentos no âmbito do processo «Freeport». As diligências foram realizadas pelo Departamento central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) e pela Polícia Judiciária.
O tio do Primeiro-ministro disse ao semanário «Sol» que a polícia lhe apreendeu documentação relativa a offshores antigas e que lhe terá falado de um e-mail relacionado com o tráfico de influências para o licenciamento do Freeport de Alcochete.
Também Vasco Vieira de Almeida, advogado do Freeport, foi alvo de buscas. Sobre ele recaem suspeitas de que tenha recebido via offshores, vários milhões de libras.
O advogado disse ao semanário «Sol» que não se pronuncia sobre a sua vida profissional." in TVi
Isto está a ficar interessante. O semanário Sol está em campo com Felicia Cabrita, uma espécie de perdigueiro do jornalismo, com um pedigree onde consta a Casa Pia.
Ninguém é culpado enquanto não for acusado, provado em tribunal e transitado em julgado, no entanto algumas peças começam a encaixar, percebe-se aqui uma lógica no rumo da investigação...
Todos nós esperamos pela clarificação da justiça e ainda mais os implicados se estiverem inocentes.
Mas...neste pais, com a justiça que temos, em que Marinho Pinto é abafado quando diz verdades, em que os politicos não têm interesse em pôr a justiça a funcionar, se alguém for acusado será um milagre.
Apesar disso todos esperamos por um milagre!
PScr-Lateralmente tem a lista de deputados professores que lixaram a escola pública, clik no nome e envie directamente um email, agradecendo e dando bons conselhos para a próxima. Já agora, aproveite e comunique a sua intenção de voto nas proximas legislativas.
DGRHE-Um verdadeiro atentado

Para efeitos de determinação do grau de cumprimento do serviço lectivo, no Item A1 da ficha, deverá ser tido em conta o disposto no artigo 103.º do ECD.
– O item A2 pretende avaliar a disponibilidade e o empenho do docente em garantir que as aulas previstas para as suas turmas são efectivamente dadas.
– Para este efeito, ao contrário do que acontece relativamente ao item A1, são objecto de apreciação todas as ausências, salvo quando o docente se encontre efectivamente em serviço (por exemplo, em visitas de estudo) ou no exercício do direito à greve.(página 7)
Ou seja, um professor tem direito a faltar, por doença, por nojo... mas se não garantir posteriormente que essas aulas são "repostas", "compensadas" é prejudicado. Aliás, até o direito de faltar por desconto nas férias lhe é retirado, na prática, pois faltando e não repondo, vai ser prejudicado. Contudo, repondo as aulas, ninguém lhe repõe o que lhe é descontado no subsídio de alimentação nem sequer o dia de férias.







