"Encerram o inquérito e têm lá 20 e tal perguntas que dizem que não puderam fazer por falta de tempo. Isso é chamar estúpido ao povo português" Marinho Pinto
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
Cândida Almeida travou equipa mista liderada pela PJ para investigar o Freeport
"Encerram o inquérito e têm lá 20 e tal perguntas que dizem que não puderam fazer por falta de tempo. Isso é chamar estúpido ao povo português" Marinho Pinto
domingo, 8 de agosto de 2010
segunda-feira, 15 de março de 2010
O eng. Freenóquio ainda não pode festejar!

domingo, 7 de março de 2010
Sócrates afinal conhece o Manuel Pedro do Freeport
A investigação do processo Freeport tem na sua posse uma carta que terá sido enviada, a 4 de Abril de 1996, por um dos sócios da empresa Smith&Pedro, Manuel Pedro, a José Sócrates. O documento indicia que, ao contrário do que o primeiro-ministro tem dito, ambos se conheciam. Mas, em declarações ao DN, Sócrates foi peremptório: "Reafirmo tudo o que disse em Janeiro de 2009. Não conheço esse senhor" José Sócrates declarou ainda não se recordar de ter recebido a carta em causa.
"Caro amigo, desculpe fazer- -lhe chegar esta missiva à sua residência, mas considerei ser esta a via mais adequada, atendendo ao interesse de manter este contacto sob reserva." É assim que a carta começa e que, segundo a Polícia Judiciária, poderia indiciar um conhecimento mútuo."
Freeport: MP investiga novas pistas contra Sócrates
Os procuradores encarregues do caso irão durante este mês a Londres para novas inquirições e para decidirem o que fazer com o nome do primeiro-ministro: deixá-lo de lado de uma só vez ou propor ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, uma investigação directa a José Sócrates que abrangeria entre outras medidas as suas contas bancárias.
Recorde-se que o caso Freeport teve início em Fevereiro de 2005 mas apenas em 2009 é que foram constituídos sete arguidos, sendo os principais Manuel Pedro e Charles Smith, antigos sócios da Smith&Pedro, a consultora contratada pelo Freeport para garantir a aprovação do outlet em Alcochete.
POLÍCIA JUDICIÁRIA E INSPECTORES EM CONFLITO
De acordo com o 'Expresso' os procuradores encarregues do caso 'Freeport' e a coordenadora da Polícia Judiciária de Setúbal que acompanha o caso desde o primeiro minuto estão em conflito. Na base desta incompatibilização estarão as posturas distintas sobre a investigação e diligências a efectuar relacionadas com o primeiro-ministro, José Sócrates. " na Sábado
sexta-feira, 28 de agosto de 2009
"Vejam lá que o sr 1º quer isto resolvido rapidamente"
Há uns tempos, fomos brindados por novas, das quais citei:"As autoridades inglesas consideram o primeiro-ministro José Sócrates suspeito no caso Freeport"Publico
A dona Candida, como já se suspeitava (pelos 4 anos de congelador do processo) vem dizer que a investigação está quase concluída e o sousa está fora da acusação, a menos que surjam novas provas, ou melhor, até que ela decida se inclui as tais provas que os ingleses consideram.
O que não me convence, é que sendo um processo tão complicado, como é que as resmas de dados bancários que chegaram há dias, já estão analisadas tão rapidamente, e o que lá encontraram os ingleses do sousa , que por cá não interessa nada?
Estes processo deviam ser públicos, para poderem ser escrutinados, porque a dona cândida até pode ser muito isenta, admito que o seja, mas, à mulher de César não basta ser séria...
Lembro-me do recado do sr Lopes:_"vejam lá, que o sr 1º quer isto resolvido rapidamente"
sexta-feira, 24 de abril de 2009
FREEPAU
É com grande cara de pau que o 1º tem dito que os recados do Cavaco não eram para si, como não fosse ele o obreiro do desgoverno português.Outra manobra de diversão à pinocratino foi dizer que ia processar o C.Smith por difamação. No entanto, gostaria de saber com base em quê? O dito cujo, disse-o em particular, aparecendo numa gravação não feita nem divulgada por si. A gravação faz parte de um lote de provas inglesas, parece que sem validade cá como prova, portanto neste caso também não será aceite. Quando muito processará a TVi por divulgação, acontece que o assunto é grave e tem interesse publico legitimando a divulgação. Não sendo jurista, penso que isto é do senso comum.
terça-feira, 21 de abril de 2009
A escritura é pública!!!...
2º Como é possível que um governante venha dizer que uma escritura publica é privada?não conhece a lei?
3º Qualquer cidadão pode ir a uma conservatória saber tudo o que quiser. Creio até que pode pedir certidão predial online de qualquer imóvel.
4º Sabe sr secretáriozinho, o que é grave é termos um ditador castrado das suas funções pela merda que fez ao pais e cuja falta de ética impede que se demita, agravado por um MP capturado que não(porque não lhe interessa) faz cumprir a lei.
5º o que é grave é termos um país a caminho da depressão, à espera que as varas de pinóquios xuxalistas, sejam corridos do governo e parem de vampirar o estado.
domingo, 5 de abril de 2009
O MENINO DE OURO ASSIM NÃO VAI LÁ!
No Diário de Notícias referem que "Lopes da Mota terá comparado o caso Freeport ao processo da Casa Pia e às consequências que o primeiro poderia ter no Ministério Público, dizendo a Vítor Magalhães e Paes de Faria que ambos estavam "sozinhos sem apoio", até "contactou os colegas e durante a conversa misturou a reunião com o ministro e as suas opiniões sobre o Freeport" e frisou que "isto vai ter pesadas consequências para vocês".
O ambiente nacional até já faz lembrar o tempo da "outra senhora"!
sexta-feira, 27 de março de 2009
ANTIGO DIRECTOR DA CIA QUER 4000000 AERIOS DE VOLTA??
«É corrupto». É desta forma que Charles Smith fala de José Sócrates no DVD que é fundamental para a investigação do processo Freeport em Inglaterra.GRAVAÇÃO AQUI FONTE DO SOMTRANSCRIÇÃO DA CONVERSA
Alan Perkins: O que desencadeou a acção da polícia? A queixa era sobre corrupção...
Charles Smith: João, foi aprovado e os pagamentos foram posteriormente?
Charles Smith: Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russel) reuniram-se com eles.
Charles Smith: Nós fomos o correio. Apenas recebemos o dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo¿ a um homem¿
Charles Smith – O primeiro-ministro, o ministro do Ambiente é corrupto.
Alan Perkins – Quando tudo estava a ser construído qual era a posição dele?
Charles Smith – Este tipo, Sócrates, no final de Fevereiro, Março de 2002, estava no Governo.. Era ministro do Ambiente. Ele é o tipo que aprovou este projecto. Aprovou-o na última semana do mandato dos quatro anos. Em primeiro lugar, foi suspeito que ele o tenha aprovado na último dia do cargo. E não foi por dinheiro na altura, entende? Isto foi mesmo ser estúpido.
Alan Perkins – Quando foram feitos os pagamentos? Como estava em posição de receber pagamentos se aprovou o projecto no último dia do cargo?
Charles Smith – Foram feitos depois. Ele pediu dinheiro a dada altura, mas não...João, foi aprovado e pagamentos foram posteriormente?
João Cabral – Certamente. Houve um acordo em Janeiro. Eles tinham um acordo com o homem do Sócrates, penso que em Janeiro.
Charles Smith – Sean (Collidge) reuniu-se com o tipo. Sean reuniu-se com funcionários dele, percebe? Sean e Gary (Russell) reuniram-se com eles.
Alan Perkins – Houve um acordo para pagar?
Charles Smith – Para pagar uma contribuição para o partido deles.
( ....... mostra contrato)
Nós fomos o correio. Apenas recebemos dinheiro deles. Demos o dinheiro a um primo, a um homem.
Alan Perkins – Mas como o Freeport vos fez chegar esse dinheiro?
Charles Smith – Passou pelas nossas contas.
Alan Perkins – Facturaram ao Freeport, ok?
Charles Smith – Ao abrigo deste contrato. Era originalmente para ser 500 mil aqui. Desacelerámos,
parámos a este nível, certo? Isso foi discutido na reunião, lembra-se? Ele disse: “Nós não queremos pagar”. Se ler esse contrato diz é que recebemos três tranches de 50, 50, 50. Gary disse: Enviamos o dinheiro para a conta da vossa empresa.
Alan Perkins – Facturaram profissionalmente.
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins – Entrou na vossa conta.
Charles Smith – Entrou e saiu logo a seguir.
Alan Perkins – Como sacou o dinheiro?
Charles Smith – Em numerário. Foi tudo transacção em numerário durante dois anos. Tem de compreender, não sou assim tão estúpido. Posso ter sido estúpido para fazer isto, mas fui esperto o suficiente para o fazer em pequenas quantias de 3 mil, 4 mil euros. É por isso que demorámos dois anos a pagar isso.
Alan Perkins – Era do género pequenos envelopes castanhos por baixo da mesa.
Charles Smith – Por baixo da mesa, exactamente.
Alan Perkins – A quem? Imagino que o ministro.
Charles Smith – Ele tinha agentes. Ele, o próprio, não está envolvido.
João Cabral – Um primo.
Alan Perkins – Ele tem um primo?
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins –Você só tinha de se encontrar com ele num sítio qualquer e...
Charles Smith – Pois. Mas Gary e Sean encontraram-se inicialmente com eles num hotel de Lisboa e discutiram o assunto. Eles queriam um milhão.
Alan Perkins – Um milhão!
Charles Smith – Compreendo que a Freeport se queira distanciar.
Alan Perkins – 150 mil passaram pela vossa conta. Você pagou isso?
Charles Smith – Sim.
Alan Perkins – E agora ficou com a conta dos impostos.
Charles Smith – Exactamente.
Alan Perkins – Pois. E foi este tipo, o Sócrates, não foi?
Charles Smith – Eh....não, não foi...Ele não esteve pessoalmente envolvido nisso...Inicialmente esteve mas...
Alan Perkins – É ele o ministro?
Charles Smith – Ele agora é o primeiro-ministro.
Alan Perkins – Ele agora é o primeiro-ministro. Portanto, ele recebeu o dinheiro mas recebeu-o através do primo ou...
Charles Smith – Sim, sim!
Alan Perkins – Esses pagamentos foram feitos quando?
Charles Smith – Foi em...deixe-me ver a tabela. João, foi em Março de 2002?
João Cabral – Foi aprovado.
Alan Perkins – Então, quando os pagamentos foram efectuados?
Charles Smith – Em 2002/2003.
Alan Perkins – Porque foi necessário pagar se o tipo já estava fora do cargo? Foi só por ter havido um acordo?
Charles Smith – É. Tinha havido um acordo.
Alan Perkins – Mas a aprovação do projecto foi quando ele estava no poder.
João Cabral – Sim.
Alan Perkins – Como ministro do Ambiente deu aprovação. Havia um acordo sobre o pagamento e os pagamentos foram depois, embora ele já não estivesse no Governo.
João Cabral – Certo.
Alan Perkins – Esses pagamentos foram honrados, não foram?
João Cabral – O Sócrates tinha grandes ligações. É por isso que toda a gente tem medo de não pagar. É melhor continuar a pagar.
Charles Smith – O que aconteceu foi na fase em que ele disse: “Eu consigo que vos aprovem isto”
Alan Perkins – Sim.
Charles Smith – Falem com o meu primo. Então eu e o Sean reunimo-nos com o primo e o primo disse: “Vamos conseguir essa aprovação”.
quarta-feira, 18 de março de 2009
SÓCRATES É QUE RECEBEU OS 500000 AERIOS
"vão mas é chatear o Sócrates porque ele é que recebeu os 500 mil"A passagem em forma de desabafo - "vão mas é chatear o Sócrates porque ele é que recebeu os 500 mil" - é descrita pela inspectora titular da investigação, Carla Gomes, durante uma inquirição. O processo paralelo do inspector Torrão dá conta ainda de que um conjunto de dados sobre o património de Sócrates foi enviado em 2006 para os autos da investigação ao Freeport.
A conversa interceptada a 9 de Fevereiro de 2005 surge também referida em duas ocasiões pela coordenadora da PJ de Setúbal, Maria Alice Fernandes, e aconteceu no mesmo dia em que a PJ montou seis buscas em vários pontos de Alcochete, nas vésperas de "O Independente" ter publicado, a 11 de Fevereiro, uma notícia em que referia o nome de Sócrates como fazendo parte da lista de suspeitos do caso. O que significa que a escuta já existia quando, na altura, a direcção nacional da PJ e a Procuradoria-Geral da República se apressaram a afirmar que Sócrates não constava do processo." in Expresso
sexta-feira, 13 de março de 2009
Freeport: ingleses mandam mais dados para Portugal
Vinte e cinco volumes vão ser mandados pela policia Inglesa para a Procuradora Cândida Almeida, contendo informação com todos os movimentos do freeport Inglaterra para Portugal e Contas Offshore. Parece que os ingleses são os melhores do mundo neste tipo de Investigações. Segundo a TVi, para os Ingleses, José Sócrates mantem-se como um dos principais suspeitos do caso e ao que parece a cooperação entre a policia dos dois países foi reatada.quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009
Freeport:últimas no rasto do dinheiro
Diz o Correio da Manhã que o Freeport terá passado para o escritório de Vasco Vieira de Almeida 6,5 milhões de euros. Diz que era para despesas do negócio. A Judite anda no faro do guito, e parece que o esquema é complexo. O dinheiro aparece facturado a diferentes empresas do grupo de advogados e outra parte terá sido investido em fundos. O guito dá a volta e parece que no final de 2005 sai reciclado e vai direitinho para a compra de um prédio onde está hoje instalado o escritório de Vasco Vieira de Almeida.quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
sábado, 7 de fevereiro de 2009
SOL: começaram as pressões

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
Ou comem todos ou não há moralidade
Fernanda Vara, ex-directora regional do Ambiente, que na altura tutelava a avaliação do Freeport, disse ontem que não se recorda do encontro com a presença de José Sócrates, então ministro do Ambiente, e os promotores do empreendimento em Alcochete, na qual terão sido discutidas as condições para a aprovação do projecto e que estranha o facto. "Reuniões como estas não havia às centenas, e eu não me lembro", afirmou ao PÚBLICO. "Não sei se estive lá."terça-feira, 3 de fevereiro de 2009
VITAL MOREIRA: Registo de interesses
Diz o senhor legitimamente noPúblico "Uma simples suspeita de corrupção, totalmente infundada, pode equivaler a uma espécie de "fraude eleitoral perfeita" Manuel Meirinho(politólogo)_" estes casos reforçam um sentimento difuso que a corrupção em Portugal começa a ser muito substantiva", "estamos a entrar num fenómeno de corrupção endémica"


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