
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Já cheira a Argentina!

sexta-feira, 6 de maio de 2011
Sócrates é o novo Conde Andeiro
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Brilhante! Sr. Sócrates!

"Está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor no défice do que eu" (agência Lusa, 22.07.09) afirmou o nosso Primeiro-Ministro, José Sócrates, há um ano.
Olhando para a minha folha de vencimento e a fazer fé nos aumentos do nível de vida que os jornais e as televisões anunciam para 2011. Não há dúvida, o nosso “engenheiro” é o melhor de sempre!
Espero que os portugueses, dada a qualidade inegável da sua gestão de Portugal nos últimos 5 anos, lhe permitam experimentar o delicioso remédio que nos está a obrigar a beber e passe a viver sem direito a subsídio de desemprego, nem de reinserção (é rico, tem casa própria e uma conta no banco com mais de 100 mil euros) e lhe proporcionem uma estadia num fabuloso “resort” na Coreia do Norte.
Viva o xuxialismo!
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O descaramento do "eng." Freenóquio and friends

Estes casos têm de ser rapidamente resolvidos na justiça, para que quem prevaricou seja julgado, condenado e preso. Alguém tem de pagar, porque é evidente a interferência deste Governo, directamente ou indirectamente na manipulação de órgãos da comunicação social, para esconder as negociatas dos amigos, do pagamento de promessas em época de eleições e nas jogadas de poder e abuso deste.
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Temos que manter este rumo?!

domingo, 6 de setembro de 2009
O PS de Sócrates é contra a liberdade
"A decisão de censurar o Jornal Nacional de 6ª (JN6ª) foi tudo menos estúpida. O núcleo político do PS-governo mediu friamente as vantagens e os custos de tomar esta medida protofascista. E terá concluído que era pior para o PS-governo a manutenção do JN6ª do que o ónus de o ter mandado censurar. Trata-se de mais um gravíssimo atentado do PS de Sócrates contra a liberdade de informar e opinar. Talvez o mais grave. O PS já ultrapassou de longe a acção de Santana Lopes, Luís Delgado e Gomes da Silva quando afastaram a direcção do DN e Marcelo da TVI.A linguagem de Santos Silva e do próprio Sócrates na quinta-feira sobre o assunto não engana: pelo meio da lágrimas de crocodilo, nem um nem outro fizeram qualquer menção à liberdade de imprensa. Falaram apenas dos interesses do PS e do governo. Sócrates, por uma vez, até disse uma verdade: o PS não intervinha no JN6ª. Pois não, foi por isso que varreu o noticiário do espaço público.
O PS-Governo de Sócrates não consegue coexistir com a liberdade dos outros. Criou uma central de propaganda brutal que coage os jornalistas. Intervém nas empresas de comunicação social. Legisla contra a liberdade. Fez da ERC um braço armado contra a liberdade (a condenação oficial do JN6ª pela ERC em Maio serviu de respaldo ao que aconteceu agora). Manda calar os críticos. Segundo notícias publicadas, pressiona e chantageia empresários, procura o controle político da justiça e é envolvido em escutas telefónicas. Cria blogues de assessores com acesso a arquivos suspeitos que existem apenas para destruir os críticos e os adversários políticos. Pressiona órgãos de informação. Coloca directa ou indirectamente “opiniões” e “notícias” nos órgãos de informação. Etc.
O relato da suspensão do JN6ª, no Jornal de Notícias e no Diário de Notícias e outros jornais de ontem é impressionante, sinistro e muito perigoso. Provir de supostos “socialistas”, portugueses e espanhóis, em nada diminui a gravidade desta censura. Esta suposta “esquerda” dos interesses, negócios e não resolvidos casos de justiça é brutal.
Intervindo na TVI, o PS-Governo atingiu objectivos fundamentais. Como disse Mário Crespo (SICN, 03.09), o essencial resume-se a isto: J.E. Moniz e M. Moura Guedes foram eliminados —e com eles as direcções de Informação e Redacção e um comentador independente como V. Pulido Valente.
Este PS-Governo é muito perigoso para a liberdade. Até o seu fundador está preso nesta teia, por razões que têm sido referidas. Ao reduzir a censura anticonstitucional, ilegal e protofascista do JN6ª a um caso de gestão, Soares desceu ao seu mais baixo nível político. É vergonhoso que seja ele, o da luta pela liberdade, a dizer uma coisa destas. Será que em 1975 o República também foi calado só por “razões de empresa”?
O PS-governo segue o mesmo caminho de Chàvez, ao perseguir paulatinamente, um a um, os seus críticos: e segue o mesmo caminho de Putin, ao construir uma democracia meramente formal, em que se pode dizer que a decisão foi da Prisa não dele, em que se pode dizer que os empresários são livres, que os juízes são livres, que os funcionários públicos são livres, que os professores são livres, que os jornalistas são livres, que a ERC é livre, etc — mas o contrário está mais próximo da verdade. Para todos os efeitos, Portugal é uma democracia formal, mas estas medidas protofascistas vão fazendo o seu caminho. Não dizia Salazar que Portugal era mais livre que a livre Inglaterra? Sócrates e Santos Silva dizem o mesmo. " Eduardo C. Torres P
sábado, 30 de maio de 2009
Já está a cair de podre...

segunda-feira, 27 de abril de 2009
Agora avalia-se “à peça”

A mania deste Governo de tentar avaliar tudo “à peça” na Educação, na Justiça, em toda a Função Pública em detrimento da qualidade promete levar Portugal a novos patamares de progresso a que as gerações futuras vão, seguramente, chamar “sogresso”.
Nas escolas já se nota este “sogresso” com os professores a se digladiarem entre si na ânsia de impressionar o “novo” director. Nas Finanças quando o assunto é complexo, e demorado, temos que tirar mais senhas para não prejudicar o funcionário. Nos tribunais todos vão fugir dos processos complicados…
sábado, 18 de abril de 2009
O CZAR DO RATO: por Henrique Raposo
A nossa cultura política tem coração eslavo. A jugular lisboeta traz sangue ideológico directamente das estepes russas. Os nossos líderes, meu caro leitor, são parecidíssimos com o czar Putin. Tal como Moscovo, Lisboa desconhece a grande invenção do pensamento ocidental. Que invenção é essa? A distinção entre 'Poder' e 'Verdade'. Para existir liberdade, o Poder e a Verdade têm de ser duas variáveis distintas. A liberdade depende da existência de um largo abismo entre o Poder - a imanência histórica - e a Verdade - a transcendência ética que não é propriedade de ninguém; ou seja, no país Y, durante a época X, o político Z não pode controlar os caminhos da Verdade. Portugal, à semelhança da Rússia, sempre recusou esta revolução intelectual. Em Lisboa, o Poder sempre foi sinónimo de Verdade. E o 25 de Abril não mudou nada, não retirou o país desta cultura eslavófila.José Sócrates é a mais recente manifestação deste velho czarismo alfacinha. Ao longo do reinado do czar do Rato, encontramos um padrão de atitudes contrárias à liberdade de expressão: este Governo inventou a ERC, os 'socratetes' não toleram o telejornal de Moura Guedes, Sócrates vai processar jornalistas, etc. Parece evidente que o nosso mui ilustre czar não sabe lidar com a crítica. Sócrates não consegue conceber a existência de uma opinião que ponha em causa a sua verdade.
Este reduzido à-vontade de Sócrates perante a crítica não resulta do seu lendário mau feitio. Isso é um mito. Esta incapacidade para encaixar a dissidência nasce, isso sim, da natureza do actual PS. 'Este' PS afirma, vezes sem conta, que Portugal só é governável com o PS no poder.
Podemos até dizer que os nossos socialistas fazem fogueiras em redor deste lume apocalíptico: PS ou barbárie! 'Este' PS vê-se como o partido predestinado a governar, pois autopercepciona-se como o ponto de equilíbrio entre a ilegitimidade do esquerdismo (PCP e BE) e a ilegitimidade do reaccionarismo (CDS e PSD). Aos olhos dos 'socratetes', apenas o PS é legítimo. Imerso nesta narrativa de auto-indulgência, o PS socrático não tem estômago para críticas. "Como é que as pessoas se atrevem a duvidar da bondade intrínseca do PS?", eis a pergunta que os 'socratetes' fazem no seu íntimo.
Esta arrogância socialista é um reflexo da velha tradição portuguesa que transforma a Verdade numa marquise do Poder. O PS não se concebe como um partido igual aos outros. O PS acha que é a Verdade do regime. O PS julga que é o senhorio da III República (os outros partidos são apenas inquilinos). Como é óbvio, os socialistas que vivem neste caldo têm dificuldades em aceitar críticas. E acabam por pensar que os tribunais são apêndices czaristas que servem para impor a Verdade do Poder a quem recusa associar a Verdade ao Poder. O czar do Rato por Henrique Raposo no E
quinta-feira, 16 de abril de 2009
PROMESSAS EM FINAL DE LEGISLATURA?????
O governo está desesperado. O lixo teima em sair debaixo do tapete e já fede, fede muito…Aproxima-se a hora da verdade e para quem foi capaz de tudo nestes 3 anos, não hesitará por todos os meios em comprar os votos que precisa para continuar a ditar, a enxovalhar-nos lá fora, a adiar o desenvolvimento do país, e a engordar as elites à custa do suor, sangue e lágrimas de todos nós.
De repente até o odiável Louçã e o seu BE, vêem o PS a aprovar-lhes uma proposta de lei contra a corrupção e sigilo bancário, quando no passado ignoraram a de Cravinho, politicamente mais fácil de digerir_surpreendidos? O tempo urge, é preciso correr, custe o que custar… ( este PS tenta assim capitalizar à esquerda, obviamente só porque encurralado)
O chefe da quadrilha andou a apregoar aos sete ventos que tinha equilibrado as contas da SSocial. Depois vieram os estudos da OCDE (dos quais desta vez não propagou) a dizer que num futuro próximo teremos as piores reformas da Europa, corroborado por vários parceiros sociais. Veio agora a correr o vieirinha dar o recado do Ali Baba, dizendo que sim senhor, não nos zanguemos, que se vai alterar tudo, que ninguém se apoquente_ Ohhhhh!!!!!
Com papas e bolos se enganam os tolos. O governo que governe para os portugueses, não para si próprio.
O final do mandato é tempo de balanços da obra feita, não de foguetada, não de ilusões e promessas do devir.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
RESPONSABILIZAR OS PAIS PELA EDUCAÇÃO DOS FILHOS: ao que isto chegou
Em duas semanas, o presidente do Conselho Executivo do Agrupamento de Escolas de Darque, em Viana do Castelo, obteve um apoio «que superou todas as expectativas».
«Para além da questão numérica, a visibilidade e a adesão pública obtida pelas ideias veiculadas na petição justifica que o Parlamento possa considerar as propostas apresentadas e debatê-las, abrindo caminho à mudança legislativa solicitada», explica a carta que acompanha a petição.
Para além do Presidente da Assembleia da República, também o presidente da Comissão de Educação e todos os grupos parlamentares vão receber o documento com o pedido para que seja debatido em plenário.
«A legislação tem de criar mecanismos administrativos e judiciais, desburocratizados, efectivos e atempados de responsabilização dos pais e encarregados de educação em casos de indisciplina escolar, absentismo e abandono, modificando a lei que consagra o Estatuto do aluno e outras leis conexas», escreveu Luís Braga na petição.
Na prática, o que a pedição defende é que os encarregados de educação sejam responsabilizados pela «educação ou não educação dos alunos», devolvendo aos pais a responsabilidade pela escolarização dos filhos.
Solicitando alterações legais, o texto da petição defende que os «mecanismos criados devem traduzir-se em medidas sancionatórias às famílias negligentes, como multas, retirada de prestações sociais e, no limite, efeitos sobre o exercício das responsabilidades parentais, como é próprio de uma situação que afecta direitos fundamentais de pessoas dependentes».
«Actualmente, a única coisa que um professor pode fazer se um aluno faltar sucessivamente, é fazer um teste de recuperação para avaliar as dificuldades da criança e isto não é nada», finalizou Luís Braga. Adaptado Daqui
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Com papas e bolos se apanham tolos
"O Ministério da Educação compromete-se a abrir um novo concurso extraordinário interno ainda este ano civil, ao nível dos agrupamentos de escolas e escolas não agrupadas, sem prestação daquela prova pública, ao qual terão acesso todos os professores posicionados no 4º escalão da carreira."PDA FILÂNDIA À VENEZUELA
FREE - PORT: o porto que é uma bomba
O MENINO DE OURO ASSIM NÃO VAI LÁ!
EUROJUSTO
HÁ UMA BOMBA LATENTE
SOLIDARIEDADE COM SANTO ONOFRE
CRAVINHO: Democracia Portuguesa está DOENTE
Quanto mais se mexe na m...a mais ela cheira
ESCANDALO: Administrador da Braga parques Presidente de Empresa Pública
sexta-feira, 3 de abril de 2009
HÁ UMA BOMBA LATENTE
Por estes dias milhares de portugueses receberam da DGCI uma cartinha benigna com uma prorrogação do prazo de pagamento do IMI. Este imposto passou do 8 a 80, é vergonhoso o xupismo dos impostos municipais, a somar aos do estado central. Andamos a trabalhar para alimentar a corja.terça-feira, 31 de março de 2009
Estou triste
Mas estou triste, não pela conjuntura,
Não pela carteira mais leve,
Não pelo desemprego,
Não pela falência da politica educativa
Estou triste,
Por ver a falência das instituições,
Pelo presidente calado, talvez comprometido com algo
Pela justiça capturada, congelada, a favor de quê?
Pelos políticos comprometidos e incompetentes
Por um governo que endivida o pais e destroi o estado
Perante isto, estou triste
Por ver um pais aprisionado quatro anos
Privado da esperança e alegria de viver
Apenas votemos no Outono, se ainda puder-mos
quinta-feira, 26 de março de 2009
Perguntem aos parceiros sociais quem é o parceiro fiavel.
Do companheiro Vasco - Cor de Burro quando foge
quarta-feira, 25 de março de 2009
GOVERNO «AJEITOU» ESTUDO DA NOVA PONTE
A Associação para o Desenvolvimento do Transporte Ferroviário garante que «houve inquestionável condicionamento político» para que o resultado do estudo comparativo encomendado ao LNEC, sobre as alternativas para a nova ponte do Tejo «fosse o desejado pela tutela dos transportes».«É um erro crasso que vai custar ao País mais 500 a 1000 milhões de euros do que a alternativa Beato-Montijo» afirma Armindo Matias, presidente da ADFER.daquiEstá conforme o teatro com o carácter do actor.

Mª JOSÉ MORGADO: políticos pobres em poucos anos estão milionários
terça-feira, 24 de março de 2009
MUITOS MIL PARA CONTINUAR ABRIL
Do companheiro Vasco - Cor de Burro quando foge
segunda-feira, 23 de março de 2009
ALEGRE ARRASA GOVERNO NA OPS
"Precisamos de ter a coragem de mudar. Coragem para mudar a sociedade e a vida. Coragem para se saber de que lado se está do ponto de vista das lutas sociais. Coragem para dialogar onde até agora se monologava. Coragem para corrigir políticas e comportamentos que contradizem o que foi prometido. Coragem para procurar soluções políticas novas, sob pena de as mesmas causas continuarem a produzir os mesmos efeitos. " completo aqui
sábado, 21 de março de 2009
Mª JOSÉ MORGADO: políticos pobres em poucos anos estão milionários
Diz a patroa do Dr. Saldenha, que deveria haver uma lei contra o enriquecimento ilícito. Notando haver políticos «que eram pobres quando iniciaram funções e ao fim de uns anos estão milionários», condena a «riqueza má», feita à conta do erário público. SOLDiz a heroína que dos 66 inquéritos sobre ilegalidades na Câmara Municipal de Lisboa, a maior parte será arquivada, pois a lei não prevê os crimes urbanísticos, nem o enriquecimento ilícito. Como é que isto é possível? Bem o General Garcia Leandro esta semana respondeu:
_ “são os membros do Parlamento que não querem que estas leis vão para a frente”;
_Criticou ainda a promiscuidade entre quem passa do poder económico para o poder político e vice-versa, defendendo que evitar esta promiscuidade tem de passar não só pela via legal mas também comportamental.
A procuradora critica ainda o excesso de formalismos e de garantias dos arguidos, que fazem com que os processos demorem anos – em contraponto com sistemas ágeis, como o dos EUA, onde o financeiro Maddof está a ser punido ao fim de poucos meses.” E acrescento eu, o monstro autriaco Fritzl que já foi Julgado.
Sobre investigações aos licenciamentos à Câmara de Lisboa diz:_”Os critérios de aprovação não são objectivos: dá ideia que variam consoante o cliente e que caiem no domínio do cambão. Ou seja, as decisões dos detentores de cargos políticos são inspiradas não pelo interesse público, mas por um grupo particular de interesses. Contudo, não temos maneira nenhuma de punir essas condutas – e essa é outra dificuldade. “
O provedor diz que no fim do mês faz as malas.
Na educação a crise acentua-se.

