Como disse Miguel Sousa Tavares no telejornal da SIC: " Um Primeiro Ministro dizer aos portugueses para emigrar é o mesmo que um general dizer aos soldados para desertar!"
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
A solução de Passos Coelho para Portugal
Como disse Miguel Sousa Tavares no telejornal da SIC: " Um Primeiro Ministro dizer aos portugueses para emigrar é o mesmo que um general dizer aos soldados para desertar!"
quarta-feira, 23 de novembro de 2011
Este Governo não gosta de quem trabalha!

terça-feira, 19 de julho de 2011
Imposto extraordinário ou imposto preventivo
quinta-feira, 30 de junho de 2011
Já cheira a Argentina!

quinta-feira, 7 de abril de 2011
E o Povo? Pá!

quarta-feira, 6 de abril de 2011
Esbanjaram. Agora vamos pagar a conta!

terça-feira, 23 de novembro de 2010
GREVE GERAL
Partilho a opinião de José Carlos de Vasconcelos na revista Visão sobre a Greve Geral. Esta greve pode não ter resultados imediatos, mas vai fazer com que os nossos políticos de meia tigela pensem bem antes de continuar a fazer malfeitorias a quem trabalha.O governo do Partido Socialista tira de imediato os direitos de quem trabalha, como as diminuições no subsídio de desemprego ou no abono de família, e só para o ano é que vai taxar os bancos e os ricos… e mesmo assim de mansinho! Aos trabalhadores vai tirar cerca de mil milhões e aos bancos a módica quantia de cem milhões!
E o Partido Social Democrata deixa-se estar muito caladinho e sorri satisfeito, que o Passos Coelho já tem a bênção dos banqueiros.
E ainda têm o desplante de desperdiçar 5 milhões em blindados e material de segurança para uma cimeira que já acabou!

Estou farto de vampolíticos que nos sugam!
Excerto do texto de opinião de José Carlos Vasconcelos”:
“Quanto à greve geral, decretada pela CGTP e pela UGT, creio que é absolutamente compreensível e justificável, sem prejuízo de se poder não estar de acordo com todos os fundamentos invocados. Três questões principais se podem, no entanto, colocar: 1) Terá a greve adesão correspondente ao grau de desejo de nela participar, dada a insatisfação e os motivos de queixa da maioria dos trabalhadores? 2) Face à situação que o País vive, é legítimo fazer uma greve que pode contribuir para a agravar? 3) Terá a greve algum efetivo efeito útil, levando à alteração de medidas concretas que contesta?
Respondendo, julgo que: a) A adesão será muito significativa, embora inferior ao desejo de nela participar, por razões que têm a ver com a própria crise e com situações contestadas, da precariedade a imorais, se não ilegais, pressões sobre trabalhadores; b) É legítimo, além do mais porque as centrais sindicais têm feito um uso muito ponderado, limitado, desse instrumento (Portugal é dos países europeus com menos greves); trata-se de uma greve de um só dia e, por isso, de prejuízos limitados; a expectativa, pelo menos a minha, é que os sindicatos serão até um responsável poder "moderador" na crise social que, com as consequentes tensões, se vai aprofundar; c) A greve não deverá ter a virtualidade imediata de alterar as medidas previstas, gravosas para os trabalhadores, mas reveste-se de significado relevante, com efeitos a prazo, como protesto e posição quanto a certas opções de fundo e a uma "política de austeridade" que, além do mais, aumenta diversas injustiças em vez de as minorar.”
Eu faço greve!
sexta-feira, 19 de novembro de 2010
Novas Oportunidades!
terça-feira, 16 de novembro de 2010
Temos os nossos políticos de cócoras

Hoje, no Jornal de Notícias, Manuel António Pina apresenta sabiamente a realidade dos nossos políticos do Partido Socialista, e eu acrescento que os políticos do Partido Social Democrata também sofrem do mesmo mal.
“Respeitinho é que é preciso
E o Prémio "Cócoras" vai para... os deputados socialistas Marcos Sá, Miguel Laranjeiro, Jorge Seguro, Pita Ameixa, Duarte Cordeiro e Pedro Farmhouse, que, respeitosamente (como cabe a titulares do poder político e representantes eleitos do bom povo), tiveram a ideia de apelar à banca para que, se assim entender, decida "por iniciativa própria" e "sem ser necessário o Governo legislar nesse sentido" pagar uma maior taxa efectiva de IRC, dessa forma "[colaborando] no esforço colectivo de redução do défice" (a taxa efectiva de IRC da banca foi de 16,1% nos primeiros 9 meses de 2009 e de 9,2% em 2010, um terço da que paga qualquer mercearia de bairro).
Claro que (sossegue a banca) a coisa seria temporária, e uma forma de a banca "agradecer" os 20 mil milhões dos contribuintes que o Governo lhe deu em garantias. Isto, sempre muito respeitosamente, para não falar dos 4,6 mil milhões enterrados no BPN.
"E qual seria o valor considerado justo? ", perguntou o 'Público' a Marcos Sá. A agachada resposta prova a justiça da atribuição do cobiçado e acocorado galardão: "A banca saberá até onde pode ir..."
O respeitinho é muito bonito e quando se pede aumento ao patrão, é deselegante, e pode irritar o patrão, dizer-se quanto se quer. Tratando-se de funcionários públicos (ou de desempregados, pensionistas e pobres) , é que não se pede licença, se puxa do "jus imperium" e se fala com voz grossa.”
quinta-feira, 4 de novembro de 2010
segunda-feira, 1 de novembro de 2010
Em Portugal há lobos esfaimados à solta!

Da colaboração entre os socialistas e os sociais-democráticos, do PS de Sócrates e do PSD de Passos Coelho, o que se vê e se sente é a destruição dos direitos sociais de quem trabalha!
No PEC 2 atacaram os direitos dos trabalhadores ao subsídio de desemprego. Neste orçamento, baixam salários, aumentam impostos e cortam nas prestações sociais.
Agora até às grávidas tiram direitos!
O Passos Coelho parece que está muito contente com este orçamento e já espera satisfeito por exigir mais sacrifícios a quem trabalha. (Ver jornal Público)
Afinal para que fez o acordo? Estes políticos são uma maravilha, entram em "negócios" que prejudicam os cidadãos e depois parece que não é nada com eles.
O Sócrates anda discreto, a ver se lhe esquecem as trapalhadas. A Face Oculta ainda não revelou tudo...
“Os incentivos à natalidade foram uma das bandeiras do primeiro-ministro. Durante a campanha para as legislativas de 2009, José Sócrates propôs-se atribuir 200 euros por cada bebé nascido numa Conta Poupança-Futuro, com benefícios fiscais. Duplo objectivo: incentivar a natalidade e estimular hábitos de poupança. O cheque, porém, nunca chegou a sair do papel. A majoração do abono de família foi sol de pouca dura e o apoio às grávidas está a esfumar-se. Parece que quem não pediu a tempo já não tem direito! (Ver jornal Público)
Os nossos políticos do PS e do PSD nos últimos 30 anos só tiveram uma única ideia política “o betão”, não construíram nada de produtivo, “os serviços eram o futuro”, e agora só nos resta pagar os seus erros!
terça-feira, 20 de julho de 2010
O que quer o Passos Coelho?

Passos Coelho sabe que a Constituição não é um travão ao desenvolvimento de Portugal.
Esta proposta de revisão da Constituição é só fumo!
Ele quer é mudanças na educação, saúde e mercado de trabalho. As verdadeiras prioridades de Passos Coelho são criar oportunidades de negócio para os amigos!
Afinal ele nunca trabalhou a sério, só estagiou nas empresas do amigo Ângelo Correia.
E o povo português só tem que pagar!
Limpam-lhe a carteira nos impostos e depois rapinam o resto quando tem filhos a estudar ou fica doente!
Afinal onde está a social democracia que tanto sonhou Sá Carneiro?
Passos cheira mal!
Miséria vem a caminho!
quarta-feira, 28 de abril de 2010
Trabalha? Paga a factura da crise!

Portugal está à beira da bancarrota e José Sócrates e Passos Coelho reúnem-se com pompa e circunstância.
A crise está resolvida!
O "grande líder" Passos Coelho e o "grande timoneiro" José Sócrates já decidiram.
Os desempregados que recebam menos!
Assim a Segurança Social vai ter dinheiro para pagar os 15% de desemprego que aí vêm com esta grande qualidade de políticos.
Ser trabalhador é uma vergonha e deve ser castigado com severidade. Jogar na bolsa e especular é que está a dar!
Como escreveu um anónimo no Público: "São lindos, bem parecidos, mas não têm nada naquelas cabeças".



