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domingo, 10 de abril de 2011

A Grande Fraude

A acreditar no congresso do Partido Socialista, a culpa da crise é dos outros, desde a oposição, à Europa, ao Papa, talvez de Deus e do Diabo!

Afinal quem (des)governou o país nos últimos 6 anos?

Quem desbaratou a soberania de Portugal?

Quem destruiu o Estado Social?

Quem aumentou os Impostos?

Quem reduziu os Salários da Função Pública?

Quem criou um sistema de afilhados (boys)?

Quem ocultou a divida pública?

Quem mentiu em relação aos défices?

Quem disse que a nacionalização do BPN não acarretaria qualquer prejuízo para o povo?

Quem cortou nas prestações sociais?

Quem interferiu na TVI; na PT, no Tagus Park e noutras aventuras?

O congresso do PS foi uma espectacular fraude e tentativa de criar uma nova realidade virtual para iludir os portugueses, mascarando o que está a acontecer e endeusando José Sócrates, que ficará na história como o mais incompetente Primeiro-ministro de Portugal!

sexta-feira, 25 de março de 2011

Aleluia, musica que hoje é dia santo



Só tenho um pedido aos Homens da Luta:
Façam uma musiquinha para o peixeiro pereira e para a zezinha sonsa pinto

quinta-feira, 24 de março de 2011

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

AS DIARREIAS MENTAIS DO sousa tavares (deve ser primo do pinto sousa)

Na última semana, na SIC, onde é comentador generalista, Miguel Sousa Tavares tagarelou novamente sobre os professores.

Nada teria de anormal não fosse o facto de mais uma vez ter proferido uma enxurrada de falsidades e de banalidades demagógicas e populistas. Os dislates que teve o atrevimento de referir não só introduzem o ruído na análise e na compreensão das questões que envolvem a classe docente, como pretendem enganar e manipular deliberadamente os portugueses. Porque tem MST este desamor e desconfiança pelos professores, não se sabe bem. O que sabemos, porém, é que MST tem qualquer problema emocional ou intelectual mal resolvido que o faz ter uma obsessão face aos professores. Sempre que fala dos professores, o azedume e os preconceitos são evidentes, sendo o momento aproveitado para uma descarga catártica.

MST e os opinion maker devem ser alertados para o facto de que ter tempo de antena não lhes dá o direito de opinar sobre todo e qualquer assunto, a capacidade de responder a qualquer questão, de falar como autoridade sobre temas que estão claramente fora da esfera das suas competências. É que, quando assim não pensam e agem, cometem erros, emitem falsidades, dizem disparates e primam pela falta de rigor e de sustentação.

No caso do comentário que MST lavrou sobre os professores, foi o que se verificou. Ao afirmar que os docentes são responsáveis pela capitulação das reformas do Governo e pelo agravamento das contas públicas, uma vez que todos são avaliados com muito bom e óptimo e que passam a ganhar todos mais de forma automática, labutou numa grosseira mentira. O seu comentário revelou desconhecimento da matéria, ausência de informação fidedigna, preguiça de análise, tendo sido esta realizada com manifesta intencionalidade, vontade deliberada e expressa maldade. O que MST deveria dizer, em nome da honestidade, da verdade e da responsabilidade, era que os professores têm sido uma das classes mais sacrificadas pelos sucessivos governos: viram salários e carreiras congeladas, a degradação do seu ambiente profissional, o aumento da carga horária e os salários mais baixos da OCDE. A actual estrutura da carreira docente está em concordância com os demais serviços da Administração Pública, pelo que existe o estabelecimento de quotas. Assim, não é verdade que todos os professores sejam avaliados de igual modo e que todos tenham passado a auferir mais vencimento. Também as progressões na carreira não são automáticas, estando dependentes da avaliação e da formação contínua. Por isso, sinto vergonha de ver este senhor a fazer comentário político numa televisão, procurando promover-se pelo confronto e pela polémica gratuita e propagandista.

O povo costuma afirmar que “cada macaco deve estar no seu galho”. Ora, pelo triste e infeliz papel que MST tem mostrado, ser comentador não é decididamente o seu galho.

Manuel António Rebelo Ferreira, Lamego

sexta-feira, 14 de maio de 2010

O CHOQUE


Este choque fiscal com o aumento do IRS, IVA e de outros impostos, são devidos à incompetência deste e do anterior Governos, chefiados por José Sócrates, o "rosto" da incompetência total.
Não souberam gerir o nosso dinheiro e gastaram mais do que deviam em obras faraónicas e em mordomias! Agora continuam a esfolar quem trabalha!
O Papa falou do aborto e do casamento gay, mas esqueceu-se de falar do trabalho.
Não há dúvida que em Portugal trabalhar é um pecado grave, um pecado capital!

quarta-feira, 28 de abril de 2010

Trabalha? Paga a factura da crise!




Portugal está à beira da bancarrota e José Sócrates e Passos Coelho reúnem-se com pompa e circunstância.




A crise está resolvida!




O "grande líder" Passos Coelho e o "grande timoneiro" José Sócrates já decidiram.




Os desempregados que recebam menos!




Assim a Segurança Social vai ter dinheiro para pagar os 15% de desemprego que aí vêm com esta grande qualidade de políticos.




Ser trabalhador é uma vergonha e deve ser castigado com severidade. Jogar na bolsa e especular é que está a dar!

Como escreveu um anónimo no Público: "São lindos, bem parecidos, mas não têm nada naquelas cabeças".

segunda-feira, 19 de abril de 2010

SINISTRA PREVISIVEL DE SOUSA

A Alçada numa me enganou, aquele ar de sonsa e terrível, marionetada pelo sousa, foi desde sempre por demais evidente. A outra bronca sempre marrava com a cornadura nas tábuas, e a gente sabia: é um bixo "brabo" gosta de ser toureada e escocear. Era genuina, criada nos prados de Monção, simples e de carnes duras, já se sabia: festas só acima da mandibula e nunca passar por trás.

Esta é mais aquela figura retirada da literatura infantil, muito ao jeito da senhora encantadora que oferece maçãs injectadas com viagra, sendo a única maneira de despertar emoções, enfim, uma figura bem ao jeito das biografias não autorizadas do arrebenta.

Mas adiante. Já se sabia que esta merda de avaliações feitas por encomenda ao doce sabor de cada um dos baronatos seria aplicada, mesma sabendo-se que não foi um processo com igualdade de oportunidades para todos e refiro apenas o exemplo de em certas escolas terem sido todos corridos com bom, fora outras kafkianas, dramáticas, cómicas, pornográficas como está muito na moda, enfim houve para todos os gostos!

Os sindicatos fiaram-se na virgem e só agora correm atrás do prejuízo, isto claro para quem acredite nesta versão, porque poucos serão os crentes da ingenuidade do super mário, ou será que ele queria um móbil para esta fase, uma espécie de coelho da cartola para colocar o povoleu nas ruas e assim dar uma cusada no Carvalho da Silva? gosto mais desta segunda hipótese, tem mais enredo, é mais ao gosto dos estrategas de Sócrates, tipo aquela congeminação para entalar os tomates do Sr Silva com a ongoing na TVi.

Bem, o que é certo é que isto era previsível, como previsível é acabar nos tribunais e no parlamento. Nos tribunais, porque prova-se facilmente que não houve igualdade de oportunidades para os avaliados. No parlamento, porque a oposição vai galgar a onda, e vão aparecer propostas à votação para suspender este processo iníquo, havendo aqui a duvida do que vai fazer o menino liberal de Vila Real.


Enfim nada de novo na republica das bananas e por falar em bananas aqui fica para a posteridade, ou melhor para relembrar daqui a poucos meses, quando o guito que o sousa promete nunca mais chegar, mas, enquanto o pau vai e vem folgam as costas.

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

ENCORNADURA ALEGRE

Fernando Nobre, o líder da organização não governamental AMI, Assistência Médica Internacional, vai avançar com uma candidatura a Belém.

O facto de este médico ecléctico e com uma carreira ligada aos assuntos humanitários ter uma excelente rede de contactos no Bloco, no PCP e no PS parece ter feito acender uma luz entre os soaristas que viram nele a hipótese de uma união à esquerda, ou por outra, aproveitam o bom senhor para encornar o poeta.
Tudo filhos de boas senhoras!

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

O PRÓXIMO


Mário Crespo na primeira pessoa, num artigo que o ze leite se recusou a publicar no noticias a mando do souza
Terça-feira dia 26 de Janeiro. Dia de Orçamento. O Primeiro-ministro José Sócrates, o Ministro de Estado Pedro Silva Pereira, o Ministro de Assuntos Parlamentares, Jorge Lacão e um executivo de televisão encontraram-se à hora do almoço no restaurante de um hotel em Lisboa. Fui o epicentro da parte mais colérica de uma conversa claramente ouvida nas mesas em redor. Sem fazerem recato, fui publicamente referenciado como sendo mentalmente débil (“um louco”) a necessitar de (“ir para o manicómio”). Fui descrito como “um profissional impreparado”. Que injustiça. Eu, que dei aulas na Independente. A defunta alma mater de tanto saber em Portugal. Definiram-me como “um problema” que teria que ter “solução”. Houve, no restaurante, quem ficasse incomodado com a conversa e me tivesse feito chegar um registo. É fidedigno. Confirmei-o. Uma das minhas fontes para o aval da legitimidade do episódio comentou (por escrito): “(…) o PM tem qualidades e defeitos, entre os quais se inclui uma certa dificuldade para conviver com o jornalismo livre (…)”. É banal um jornalista cair no desagrado do poder. Há um grau de adversariedade que é essencial para fazer funcionar o sistema de colheita, retrato e análise da informação que circula num Estado. Sem essa dialéctica só há monólogos. Sem esse confronto só há Yes-Men cabeceando em redor de líderes do momento dizendo yes-coisas, seja qual for o absurdo que sejam chamados a validar. Sem contraditório os líderes ficam sem saber quem são, no meio das realidades construídas pelos bajuladores pagos. Isto é mau para qualquer sociedade. Em sociedades saudáveis os contraditórios são tidos em conta. Executivos saudáveis procuram-nos e distanciam-se dos executores acríticos venerandos e obrigados. Nas comunidades insalubres e nas lideranças decadentes os contraditórios são considerados ofensas, ultrajes e produtos de demência. Os críticos passam a ser “um problema” que exige “solução”. Portugal, com José Sócrates, Pedro Silva Pereira, Jorge Lacão e com o executivo de TV que os ouviu sem contraditar, tornou-se numa sociedade insalubre. Em 2010 o Primeiro-ministro já não tem tantos “problemas” nos media como tinha em 2009. O “problema” Manuela Moura Guedes desapareceu. O problema José Eduardo Moniz foi “solucionado”. O Jornal de Sexta da TVI passou a ser um jornal à sexta-feira e deixou de ser “um problema”. Foi-se o “problema” que era o Director do Público. Agora, que o “problema” Marcelo Rebelo de Sousa começou a ser resolvido na RTP, o Primeiro Ministro de Portugal, o Ministro de Estado e o Ministro dos Assuntos Parlamentares que tem a tutela da comunicação social abordam com um experiente executivo de TV, em dia de Orçamento, mais “um problema que tem que ser solucionado”. Eu. Que pervertido sentido de Estado. Que perigosa palhaçada.

Nota: Artigo originalmente redigido para ser publicacado hoje (1/2/2010) na imprensa.