terça-feira, 8 de setembro de 2009

O REGRESSO DO HOMEM DO MALHO


Com o tempo frio p´rá praia a fatinha voltou ao prós & prós PS no canal do governo pago pelos idiotas dos contribuintes.
Fiquei muito contente por tornar a ver o malhadinhas na antena. Pensei que o enterravam até 11 Outubro. Correu bem, o gaijo já por ai anda a escocear, e, a oposição agradece em bloco tão ilustre figura da irritação nacional.
O doutor, penso que sociólogo, e penso até que do iscte - de onde saíram as pérolas milu e pedroso da casa pia, portanto uma forja da fina flor do entulho (espero que partam essa forja, porque também lá as há de qualidade) - tem aquela particularidade, aquela caracteristica da escola trotskysta, o chamado caceteirismo bastante alavancado no malho, vulgo: a porra, esta última com conotações fálicas de raiz neolitica. Ou seja, apesar da retórica ultra-mega-hiper-demagógica, a figura tem uma visão pré-histórica da sociedade.
O doutor teve a particularidade de conseguir levantar um cidadão que já estava no merecido descanso, depois da merda de mais um dia carregado de burocracia como todos os outros desde o dia 1 Setembro quando ainda nem conseguiu começar a planificar e preparar os programas para os alunos, para vir aqui desabafar. Parabéns doutor!
Calculo que a sua presença no ar seja este tipo de tónico para milhões de Portugueses. Devo ter grande estrutura emocional, pois conheço inúmera gente que não aguenta, simplesmente muda de canal.
O malhadinhas tem aquelas caracteristicas, tão comuns nos corvideos, a necrofagia politica, o ruído zombante, demagógico, caricaturista de tudo e todos. A dose certa de tais condimentos, poderia ser uma arma, assim torna-se num bomerang que acerta de bom jeito na corja xuxalista.

Bem haja doutor, não se coíba, malhe nos portugas forte e feio, que eles têm uma memoria galinácea, lembre-lhes na sua pessoa, o que foi esta ditadura de quatro anos, com policia nos sindicatos, autocarros de professores bloquedos nas auto-estradas pela policia a mando do governo xuxa, bufaria no aparelho de estado, jornalistas perseguidos e processados por uma justiça que se sabe inoperante pelas rasteiras legislativas e propositada falta de meios.
O xuxa mor e a maçonaria que lhe dêem rédea solta, malhe forte e feio nessa cambada de pagadores de impostos, nessa massa de medíocres das novas oportunidades que engrossam as filas dos centros de desemprego.
Aproveite e desacoite a milu, arranje-lhe uma carta de alforria, deixe-a circular, aquele jeitinho de paquiderme numa loja de cristais, tão familiar à popota. Apareçam, farão muito bem a esta democracia travestida num xavismo de blazer. O período eleitoral agradece.
_ Quem foi amigo hem?

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