· Pela revogação das medidas que põem em causa respostas educativas de qualidade
· Pela reposição de respostas curriculares ajustadas
· Pela revisão das medidas que desvalorizam o trabalho dos Professores e Educadores
· Pela suspensão e revisão da avaliação deste modelo de avaliação do desempenho
· Pelo fim da precariedade dos vínculos laborais, contra o desemprego
· Pela realização de concursos para ingresso nos quadros e mobilidade
· Pelo direito à negociação com os parceiros educativos cujos pareceres, posições e recomendações são simplesmente ignoradas.
Os professores, educadores e investigadores, assumindo as suas responsabilidades no sistema e nas escolas e tendo em conta as consequências imediatas das medidas em curso no exercício da sua profissão e no próprio emprego – recordando-se que entre 30.000 e 40.000 horários de trabalho serão eliminados nas escolas até Setembro próximo – no dia 12 de Março voltarão a um dos espaços mais simbólicos do seu protesto e da sua luta: o Campo Pequeno.
A não ser reposto pagamento devido do serviço extraordinário, a convocação de greve às horas extraordinárias a partir de 1 de Março, com períodos mensais de renovação de Pré-Aviso e até ao final do ano lectivo.
Com a comunidade educativa (pessoal docente e não docente, psicólogos, inspectores de educação, pais e encarregados de educação, associações de estudantes) realizar uma grande Marcha Nacional pela Qualidade da Educação e em defesa da Escola Pública, para 2 de Abril, em Lisboa.




















