quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

VOLTAR À RUA




· Pela revogação das medidas que põem em causa respostas educativas de qualidade
· Pela reposição de respostas curriculares ajustadas
· Pela revisão das medidas que desvalorizam o trabalho dos Professores e Educadores
· Pela suspensão e revisão da avaliação deste modelo de avaliação do desempenho
· Pelo fim da precariedade dos vínculos laborais, contra o desemprego
· Pela realização de concursos para ingresso nos quadros e mobilidade
· Pelo direito à negociação com os parceiros educativos cujos pareceres, posições e recomendações são simplesmente ignoradas.

Os professores, educadores e investigadores, assumindo as suas responsabilidades no sistema e nas escolas e tendo em conta as consequências imediatas das medidas em curso no exercício da sua profissão e no próprio emprego – recordando-se que entre 30.000 e 40.000 horários de trabalho serão eliminados nas escolas até Setembro próximo – no dia 12 de Março voltarão a um dos espaços mais simbólicos do seu protesto e da sua luta: o Campo Pequeno.

A não ser reposto pagamento devido do serviço extraordinário, a convocação de greve às horas extraordinárias a partir de 1 de Março, com períodos mensais de renovação de Pré-Aviso e até ao final do ano lectivo.

Com a comunidade educativa (pessoal docente e não docente, psicólogos, inspectores de educação, pais e encarregados de educação, associações de estudantes) realizar uma grande Marcha Nacional pela Qualidade da Educação e em defesa da Escola Pública, para 2 de Abril, em Lisboa.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

domingo, 13 de fevereiro de 2011

A luta dos professores II

movimentações ainda bastante envergonhadas.
O portugueses em geral, e os professores em particular, criticam nos cafés, nas salas de professores, nos blogues... E ainda bem!
Mas à hora da verdade, quando é necessário enfrentar o touro, prefere-se a cernelha.
Enfrentar é pegar de frente.

Somos comodistas ou, se soar melhor de um modo mais eufemístico, acomodados e só reagimos quando o chicote nos rasga a pele, a cada um.
Quando ainda vem no ar ou o vemos noutra direcção, encolhemo-nos, assobiamos para o lado e seja o que Deus quiser - talvez surja um qualquer messias- «o rastilho apropriado«, como já li em alguns comentários- que nos entregue, de mão beijada, a redenção numa bandeja de diamante.

Barcelos Tomada de Posição

Exmo Senhor Director da Escola Secundária de Barcelos

Tomada de Posição

Os docentes, abaixo assinados, da Escola Secundária de Barcelos, vêm, através deste documento, fazer uma declaração nos seguintes termos:

1. É sabido que o Código de Procedimento Administrativo prevê no Artigo 44º os Casos de Impedimento em que “ Nenhum titular de órgão ou agente da Administração Pública pode intervir em procedimento administrativo ou em acto ou contrato de direito público ou privado da Administração Pública(…)”,

designadamente o caso previsto na alínea,

c) Quando, por si ou como representante de outra pessoa, tenha interesse em questão semelhante à que deva ser decidida (…)

2. É do conhecimento destes docentes que os professores em processo de observação de aulas, independentemente do seu desempenho, estão sujeitos a quotas, como é referido noDespacho conjunto dos Ministérios das Finanças e da Administração Pública e da Educação, nº 20131/2008, no caso, 5% para o nível “excelente” e 20% para o nível “muito bom”;

3. Tanto quanto se saiba não há legislação que atribua, de um modo diferenciado, quotas para cada uma das categorias de professor, designadamente “Professor do Quadro” e “Professor Contratado”, do mesmo modo, não há quotas diferenciadas para Relatores, Coordenadores e restantes docentes em processo de avaliação;

4. Considerando que há docentes avaliadores (coordenadores e relatores) que legitimamente pediram aulas assistidas à semelhança dos seus próprios avaliados;

5. Considerando que competem todos, avaliadores e avaliados, pelas mesmas quotas atribuídas à escola em função da avaliação externa;

6. Os próprios elementos da CCAD, que, em última instância, têm a responsabilidade de“Proceder à atribuição fundamentada da classificação final a cada avaliado, sob proposta do relator”, poderão estar em situação de impedimento se tiverem um interesse particular na decisão, típico caso juiz em causa própria, caso tenham pedido aulas assistidas, tal como previsto na alínea a) do referido artigo do CPA, há impedimento,

a) Quando nele tenha interesse, por si, como representante ou como gestor de negócios de outra pessoa;

7. Mesmo admitindo o pedido de escusa de algum elemento da CCAD, se em avaliação estiver o seu próprio caso, como prevê a alínea a), não se vê como poderia evitar o impedimento previsto na já referida alínea c), o que implicaria o dilema entre dois impedimentos: estar legalmente impedido de emitir juízo sobre os processos em avaliação por não estar garantida a imparcialidade ou, em alternativa, estar moralmente impedido de requerer aulas observadas, o que conflitua com o direito, de qualquer docente, à avaliação do seu desempenho. Duas opções, mas ambas insustentáveis.

Por esta razões,

Declaramos não estarem reunidas as condições para continuar o processo de avaliação docente enquanto não forem publicados todos os articulados que permitam aos avaliadores e avaliados terem a informação total sobre o referido processo, tal como previsto no artigo 11º, nº 3, do Decreto Decreto Regulamentar n.º 2/2010 de 23 de Junho — É garantido ao docente o conhecimento de todos os elementos que compõem o procedimento de avaliação do desempenho.
Mais, por uma questão de honestidade moral e profissional, declaramos não dar seguimento a este processo de avaliação, incluindo a observação de aulas, enquanto não for esclarecida esta matéria.

Os docentes abaixo assinados, informam ainda V. Ex.ª que darão conhecimento do presente documento às seguintes entidades:
- Gabinete da Exma. Sr.ª Ministra da Educação

- Comissão Nacional de Avaliação

- Conselho Científico para a Avaliação de Professores

- Exmo. Sr. Director da Direcção Regional do Norte
- Gabinete de Avaliação Docente da DREN
- Conselho Pedagógico da Escola


Posição tomada em reunião de professores em 2 de Fevereiro de 2011

A luta dos professores

Têm-se ouvido comentários e notícias ainda não confirmadas acerca das conclusões de uma reunião dos gestores das escolas públicas no edifício da alfândega do Porto.
Importa acima de tudo não se gerarem guerras entre os professores e os directores das escolas. Embora haja muitos subservientes e mais papistas do que o papa, o verdadeiro adversário não são os directores mas o ministério e o governo do senhor Ponto de Sousa. Todas as forças devem ser concentradas nesta luta.
Há que resistir a todos quantos querem dividir.

Mais escandaleiras

Juíza diz que contrato com Figo serviu para pagar apoio a Sócrates.


Este senhor Pinto de Sousa está metido em tudo quanto é escândalo.
Não haverá maneira de o mandar bugiar?
Os políticos agarrados às benesses do poder não quererão. E o povo? Não temos cá nenhuma praça Tahrir?


sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

A culpa deve ser do eleitor


«A falta de notificação, por iniciativa da DGAI, de que os eleitors teriam um novo número e local para votar somada ao esforço de carga do sistema informático foram a causa dos problemas no dia das eleições, conclui o inquérito da Universidade do Minho».

Isto é de rir.
Um inquérito realizado por altos cérebros universitários para concluir o que era óbvio?
A informática tem as costas largas e deve ser já uma entidade com vontade própria.
Como diria o amigo brasileiro, «que mais irá nos acontecer»...

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

louca

Louçã desafia partidos

a pronunciarem-se sobre

moção de censura ao Governo.


Depois de tantas hesitações do BE e de tantas críticas de Louçã ao PCP, pela hipótese de poder vir a apoiar ou mesmo apresentar uma moção de censura, é estranha esta iniciativa.
Será que anda subterrânea uma qualquer jogada estratégica com o PS?
Já nada me admira nestas politiquices.
Mas desde que o sr Pinto de Sousa seja posto na rua, eu fico satisfeito. É mais forte do que eu: já não aguento as suas baboseiras.




quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

ELES COMEM TUDO



Administrador do Taguspark denunciou a Isaltino Morais contrato de 460 mil euros com o escritório de advogados PLMJ, de José Miguel Júdice.

A Câmara Municipal de Oeiras, entidade publica, é a principal accionista do Taguspark.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Terra de poetas

Com a devida vénia, aqui vão dois poemas decalcados em Camões e Fernando Pessoa



Prevêem-se tempos de muita criatividade, pois esta aumenta na
proporção directa do nosso descontentamento! Pena que certas estirpes
humanas não se sintam atingidas e não se reconheçam ao lerem esta poesia.
E não é que os versos são quase todos decassílabos !? Muito bom...
I
As sarnas de barões todos inchados
Eleitos pela plebe lusitana
Que agora se encontram instalados
Fazendo aquilo que lhes dá na gana
Nos seus poleiros bem engalanados,
Mais do que permite a lisura humana,
Olvidam tudo quanto proclamaram
Em campanhas com que nos enganaram!
II
E também as jogadas habilidosas
Daqueles tais que foram dilatando
Contas bancárias ignominiosas,
Do Minho ao Algarve tudo devastando,
Guardam p'ra si as coisas valiosas.
Desprezam quem de fome vai chorando!
Gritando levarei, se tiver arte,
Esta falta de vergonha a toda a parte!
III
Falem da crise grega todo o ano!
E das aflições que à Europa deram;
Calem-se aqueles que por engano.
Votaram no refugo que elegeram!
Que a mim mete-me nojo o peito ufano
De crápulas que só enriqueceram
Co' a prática de trafulhice tanta
Que andarem à solta só me espanta.
IV
E vós, ninfas do Coura onde eu nado
Por quem sempre senti carinho ardente
Não me deixeis agora abandonado
E concedei engenho à minha mente,
De modo que eu possa, ao vosso lado,
Desmascarar de forma eloquente
Aqueles que possuem no seu gene
A besta horrível do poder perene!

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E + outro: Um poema da "mente", só/mente!
POEMA da 'MENTE'...

Há um Ministro que mente...
Mente de corpo e alma, completa/mente.
E mente de modo tão pungente
Que a gente acha que ele mente, sincera/mente.
Mas mente, sobretudo, impune/mente...
Indecente/mente.
E mente tão habitual/mente, tão hábil/mente,
Que acha que, história afora, enquanto mente,
Nos vai enganar eterna/mente.

Nota: Não sei quem é o autor... com tal mente

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

E esta, heim?!

A Dra. Benavente nunca foi ministra da educação, mas foi secretária de estado e era quem comandava, na era Guterres, as questões da avaliação. Foi com ela que se aprofundou o «eduquês», para usar a expressão do Nuno Crato.
De algum modo, começou aí a desautorização do professor.
Fica-lhe bem a crítica que tece ao governo do sr. Pinto de Sousa.
Falta saber, como questiona Guinote, se Ana Benavente teria a mesma reacção caso «os lugares e os privilégios» a tivessem também contemplado.
Seja como for, as críticas são sempre bem-vindas e, nestas circunstâncias, estou com a antiga secretária de estado. Gostei dessa de comparar o P(into) de S(ousa) a Lenine.
E esta?!!

PROTESTO NO AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE GONDIFELOS

DECLARAÇÃO DE PROTESTO


Ex.mo Senhor
Director do Agrupamento de Escolas de
Gondifelos

Os professores do Departamento do Primeiro Ciclo do Agrupamento de Escolas de Gondifelos vêm expressar a sua preocupação e manifestar o seu veemente protesto pelo modo como o processo de avaliação tem vindo a ser conduzido pelo Ministério da Educação.
A nossa objecção consiste no facto de o ME ter, obstinadamente, insistido em manter um modelo de avaliação que se considera negativo, por ser pedagogicamente inadequado, não contribuir para a melhoria do desempenho docente, submeter a distinção de mérito a mecanismos administrativos de selecção – quotas – e ser potenciador de situações de conflito dentro da própria escola. Assim, salientamos os seguintes aspectos:
- O clima de competição desenfreado criado por este modelo liquida quaisquer valores de partilha de conhecimentos ou de trabalho colaborativo entre pares que possa ainda subsistir. Além disso, provoca, nas escolas, a introdução de focos de perturbação e instabilidade, bem como o crescimento da conflitualidade.
- É ainda de salientar que a maioria dos coordenadores/relatores, não possui formação adequada no âmbito da avaliação docente. Pensamos, aliás, que essa formação, como não foi prevista pelo Ministério da Educação, dificilmente poderá vir a ser implementada de forma adequada e atempada.
- As perspectivas de progressão na carreira de cada docente dependem, não apenas da sua própria classificação, como também da dos outros professores da mesma escola. Ora é sabido que avaliados e avaliadores, desde que prestem serviço na mesma instituição, são muitas vezes concorrentes aos mesmos escalões da carreira, havendo aqui nitidamente um conflito de interesses. E mesmo quando pertencem a escalões diferentes, é óbvio que o avaliador tem interesse directo nas classificações atribuídas ao seu avaliado, isto é, se aquele estiver posicionado num escalão superior, só terá a perder com a subida de escalão deste, uma vez que se torna seu concorrente numa futura transição de carreira.
- A manutenção do carácter rigorosamente confidencial das classificações finais de cada professor revela a convicção por parte da tutela de que os efeitos que poderão advir do seu conhecimento, por parte da comunidade educativa dos docentes, serão arrasadores.
- A situação descrita anteriormente é ainda mais gravosa pelo facto de não haver uniformidade a nível do território português uma vez que, nas Regiões Autónomas dos Açores e da Madeira, não foi adoptado tão perverso sistema.
- Enfim, a forma descoordenada, confusa e desigual como tem vindo a decorrer o processo de avaliação prejudicou e vai continuar a prejudicar muitos docentes. É verdade que os efeitos do Regular e do Não Satisfaz, por força da lei, não se farão sentir. Todavia, os relatores ao atribuírem Excelente e Muito Bom terão de estar conscientes de que estas classificações reflectir-se-ão na graduação profissional dos docentes contratados que, no próximo ano, procurarão emprego, sendo essa a situação mais preocupante. No entanto, haverá também efeitos que se farão sentir para os docentes dos quadros, na medida em que há prejuízos que poderão ser irreversíveis, o que não é, de modo algum, aceitável.
-Há ainda a relevar o desrespeito pela própria lei quanto ao direito de o avaliado exigir um avaliador do seu grupo de docência, uma vez que existem situações em que o coordenador/relator pertence a um grupo disciplinar diferente do avaliado.
- As escolas são também, elas próprias, vítimas de um processo que se viram obrigadas a implementar, sabendo, à partida, que um sistema injusto cria focos de instabilidade.
- Está nas mãos dos professores pugnar por uma alteração profunda deste modelo de avaliação pelo que, neste momento, a entrega deste documento é fundamental, pois deixará claro que a nomeação dos relatores, embora sendo um ato obrigatório previsto na lei, não colhe, de modo algum, a sua concordância, por considerarem que não podem ser meras peças de um puzzle que obviamente não querem jogar.
Assim, os docentes abaixo assinados, solicitam a V. Ex.ª que se digne dar conhecimento do presente documento às seguintes entidades:
- Gabinete da Exma. Sr.ª Ministra da Educação
- Comissão Nacional de Avaliação
- Conselho Científico para a Avaliação de Professores
. Exmo. Sr. Director da Direcção Regional do Norte
. Gabinete de Avaliação Docente da DREN
. Conselho Pedagógico do Agrupamento.

Gondifelos, 1 de Fevereiro de 2011

domingo, 6 de fevereiro de 2011

As promessas de Pinto de Sousa

«Não haverá despedimentos na função pública» - garante o ainda PM.
É de ficar bem desconfiado!
Sempre que o senhor Pinto de Sousa faz qualquer promessa é certo e sabido que acontecerá precisamente o contrário.
Foi assim com a situação do País - não havia crise, pequenos problemas estavam ultrapassados, Portugal era dos países que já tinha ultrapassado a crise. Não há dúvida, está-se mesmo a ver!!
Foi assim com os impostos - a oposição andava a meter veneno: garantidamente não haveria aumento de impostos. Pois não.!!!
Agora são os despedimentos - que estão já a ser preparados.
Faço votos que o povo português tenha alguma memória.
Só assim o PM lhe deixará de fazer promessas que, de seguida, descaradamente não cumprirá.

A música do momento: "Parva que sou"

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Vamos-lhe dar uma ajudinha!

Há de novo um cheiro no ar, ajudam os ares do médio oriente. A revolta está latente, mas rapidamente passará para a rua.
Motivos não faltam. Desde as socratinisses do 1º mandato até à crise actual, já apanhamos com tudo.
Entretanto mandaram a deslembida, porque enquanto o pau vai e vem folgam as costas, no entanto, não há mais pachorra.
Entretanto a deslembida, arranjou uma estratégia à Pinto da Costa, um inimigo que levantaria a cólera do povoleu tuga, sociologicamente de esquerda, ganhando assim um novo fôlego na fuga para a frente.
Mas agora é necessário muito tacto sobre a forma de como se vai para a rua. Porque isto não está para grandes reivindicações, portanto cuidadinho com uma certa postura sindical nas ruas e nas declarações que só nos têm queimado.
Sócrates prepara-se para dar a volta por cima, cumprindo o serviço da divida com chineses, libios e venezuelanos, cortando no estado social e gritantemente mais uma vez na educação. Novamente são os professores quem paga a crise, porque os médicos trabalham no privado, os enfermeiros migram, os juízes fazem chantagem e mantêm privilégios e outros liberais fogem aos fisco. Os outros encostam-se aos subsídios do estado a troco de votos. E por isso cá estamos nós a aguentar esta merda.
Sócrates está agarrado ao poder. Não chega só cumprir o défice com a formula salazarenta, é preciso lembrar que foi ele quem arrastou o país para o abismo. Haja memória. Por isso vamos todos para a rua lembrar por esse país fora, quem é que nos trouxe até aqui.
Se ele, o Sousa, muito ao jeito de Mubarak, Chavez , Kadafi e outros grandes estadistas não sai, vamos-lhe dar uma ajuda!

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Exames Nacionais

Exames tardios
Normal? Simples coincidência? Intencionalidade?
Ver-se-á.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Educação no Prós e Contras






















A ministra Isabel Alçada falou, de forma atabalhoada, e nada de novo disse.
Ou eu muito me engano ou vamos assistir, não a um verdadeiro debate, mas a uma maioritária propaganda das excelsas medidas do PS.

domingo, 30 de janeiro de 2011

Já não era sem tempo



Finalmente o professor Marcelo quis prestar homenagem aos professores portugueses.
Depois de tantas indefinições e de certa reprovação aquando da luta destes, resolve dizer, no seu comentário de hoje na TVI, o que é voz corrente nos blogues: os senhores que subjugam o aparelho do Estado e controlam grande parte da comunicação social esqueceram-se de referir que, no Relatório PISA 2010 da OCDE, os professores portugueses são muito positivamente considerados pelos alunos.
Evidentemente, uma notícia destas não convém nada a quem se vangloria e quer atribuir os louros dos resultados obtidos às suas medidas pretensamente educativas.
Senhor Prof. Marcelo Rebelo de Sousa, foi algo tardio, mas como diz o povo:
«mais vale tarde...»

Delírio


Só faltava mais esta.
Este PS entrou num delírio invencível.
Votar em Cavaco (vade retro...) é o mesmo que votar no PS.
Na sua insondável competência e sabedoria, o Sr. Pinto de Sousa não admite derrotas.
Votaram em Cavaco? Claro. O que os portugueses quiseram foi manter o actual Governo.
Ou seja, votar em Cavaco foi o mesmo que votar no Sr. Pinto de Sousa.
Se calhar!!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Não há vergonha

Dizia uma velha cantiga que «as canções que na rua se cantam aos palácios não podem chegar».
E, de facto, assim parece. Ou, então, se chegam, os habitantes dos palácios estão-se a borrifar.
Fala-se de crise e mais crise, da necessidade de contenção das despesas, da revisão de muitas parcerias público-privadas desastrosas para o Estado (eventualmente muito benéficas para os negociadores).
Afinal, continua tudo na mesma e as derrapagens não constituem qualquer problema para quem se entrega ao prazer de desperdiçar o dinheiro que vai buscar aos bolsos de quem trabalha.
Até quando, povo meu?!
Não há vergonha.

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

"SOCRATES O CHEFE DOS LADRÕES"

" Sócrates, o chefe dos ladrões " José M. Coelho in Presidenciais 2011

domingo, 23 de janeiro de 2011

Não há pachorra...

Já era de esperar.
O Cartão do Cidadão (CC) tem tudo e não tem nada, pois não há máquinas que o leiam. Grande parte dos cidadãos que substituíram o velhinho BI pelo nóvel CC viram o seu número de eleitor alterado. Não sabendo qual o novo número foram impedidos de votar.
Nada se faz a tempo, e quando é necessário nada funciona.
A eterna incompetência dos serviços. Já não há pachorra para aturar isto. Eu quero ir para a ilha.

domingo, 19 de dezembro de 2010

É economia... mas é estúpido!

É de loucos continuar por este caminho!

Temos que enveredar por novos trilhos!

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Os mistérios de Passos Coelho


O Passos Coelho ainda nem eleito foi e já arranja desculpas.


Este senhor não indica as causas da doença que provoca esta crise nem indica as soluções para a resolver! Mas já sabe que são precisos pelo menos 8 anos para resolver os problemas de Portugal!


Até já parecem as revelações de Nossa Senhora de Fátima.


É isto a politica à portuguesa. A tanga agora começa antes...


quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Temos uma elite de ladrões a governar o país!

Sócrates e o Partido Socialista, com a sua falta de sentido de Estado, a sua ganância, a sua ignorância, a sua teimosia irresponsável e a sua falta de patriotismo, enganou durante seis anos os portugueses com o seu optimismo bacoco e inconsciente. Foram destruindo paulatinamente a nossa economia. Não o fizeram apenas por pura ignorância, mas para servir os interesses dos ricos e dos “boys”. Foi um forró de parcerias público-privadas, de concursos públicos à medida e da criação institutos, empresas públicas, fundações e serviços autónomos. Tudo feito a crédito e sem sem pensar nas consequências para o futuro.

Cavaco Silva e os comparsas do Partido Social Democrata são outras maçãs podres com aparência sadia. Porque raio temos de pagar o roubo, o saque que os amigos do Presidente Cavaco Silva fizeram no BPN?

E já agora, qual o valor total desses roubos?

E não venham com as desculpas do "segredo de justiça", que só existe quando convém a alguns!

Passos Coelho fala em responsabilizar civil e criminalmente os governantes que deixem resvalar a despesa, mas nunca fala destes seus amigos que se abotoaram no BPN. Prefere ajudar a aprovar PEC’s e orçamentos que penalizam quem trabalha!

Porque têm os trabalhadores de pagar pelos excessos dos nossos vampolíticos?

terça-feira, 23 de novembro de 2010

GREVE GERAL

Partilho a opinião de José Carlos de Vasconcelos na revista Visão sobre a Greve Geral. Esta greve pode não ter resultados imediatos, mas vai fazer com que os nossos políticos de meia tigela pensem bem antes de continuar a fazer malfeitorias a quem trabalha.

O governo do Partido Socialista tira de imediato os direitos de quem trabalha, como as diminuições no subsídio de desemprego ou no abono de família, e só para o ano é que vai taxar os bancos e os ricos… e mesmo assim de mansinho! Aos trabalhadores vai tirar cerca de mil milhões e aos bancos a módica quantia de cem milhões!



E o Partido Social Democrata deixa-se estar muito caladinho e sorri satisfeito, que o Passos Coelho já tem a bênção dos banqueiros.



E ainda têm o desplante de desperdiçar 5 milhões em blindados e material de segurança para uma cimeira que já acabou!



Estou farto de vampolíticos que nos sugam!




Excerto do texto de opinião de José Carlos Vasconcelos”:



Quanto à greve geral, decretada pela CGTP e pela UGT, creio que é absolutamente compreensível e justificável, sem prejuízo de se poder não estar de acordo com todos os fundamentos invocados. Três questões principais se podem, no entanto, colocar: 1) Terá a greve adesão correspondente ao grau de desejo de nela participar, dada a insatisfação e os motivos de queixa da maioria dos trabalhadores? 2) Face à situação que o País vive, é legítimo fazer uma greve que pode contribuir para a agravar? 3) Terá a greve algum efetivo efeito útil, levando à alteração de medidas concretas que contesta?





Respondendo, julgo que: a) A adesão será muito significativa, embora inferior ao desejo de nela participar, por razões que têm a ver com a própria crise e com situações contestadas, da precariedade a imorais, se não ilegais, pressões sobre trabalhadores; b) É legítimo, além do mais porque as centrais sindicais têm feito um uso muito ponderado, limitado, desse instrumento (Portugal é dos países europeus com menos greves); trata-se de uma greve de um só dia e, por isso, de prejuízos limitados; a expectativa, pelo menos a minha, é que os sindicatos serão até um responsável poder "moderador" na crise social que, com as consequentes tensões, se vai aprofundar; c) A greve não deverá ter a virtualidade imediata de alterar as medidas previstas, gravosas para os trabalhadores, mas reveste-se de significado relevante, com efeitos a prazo, como protesto e posição quanto a certas opções de fundo e a uma "política de austeridade" que, além do mais, aumenta diversas injustiças em vez de as minorar.”


Eu faço greve!

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Novas Oportunidades!

O governo está a obrigar os desempregados a melhorarem as habilitações num Centro Novas Oportunidades.

Os desempregados que se cuidem que vão passar a ter mais habilitações para ganhar menos!

Vejam o que aconteceu na função pública, quem estudou tem o seu salário reduzido!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Temos os nossos políticos de cócoras



Hoje, no Jornal de Notícias, Manuel António Pina apresenta sabiamente a realidade dos nossos políticos do Partido Socialista, e eu acrescento que os políticos do Partido Social Democrata também sofrem do mesmo mal.



Respeitinho é que é preciso



E o Prémio "Cócoras" vai para... os deputados socialistas Marcos Sá, Miguel Laranjeiro, Jorge Seguro, Pita Ameixa, Duarte Cordeiro e Pedro Farmhouse, que, respeitosamente (como cabe a titulares do poder político e representantes eleitos do bom povo), tiveram a ideia de apelar à banca para que, se assim entender, decida "por iniciativa própria" e "sem ser necessário o Governo legislar nesse sentido" pagar uma maior taxa efectiva de IRC, dessa forma "[colaborando] no esforço colectivo de redução do défice" (a taxa efectiva de IRC da banca foi de 16,1% nos primeiros 9 meses de 2009 e de 9,2% em 2010, um terço da que paga qualquer mercearia de bairro).


Claro que (sossegue a banca) a coisa seria temporária, e uma forma de a banca "agradecer" os 20 mil milhões dos contribuintes que o Governo lhe deu em garantias. Isto, sempre muito respeitosamente, para não falar dos 4,6 mil milhões enterrados no BPN.


"E qual seria o valor considerado justo? ", perguntou o 'Público' a Marcos Sá. A agachada resposta prova a justiça da atribuição do cobiçado e acocorado galardão: "A banca saberá até onde pode ir..."


O respeitinho é muito bonito e quando se pede aumento ao patrão, é deselegante, e pode irritar o patrão, dizer-se quanto se quer. Tratando-se de funcionários públicos (ou de desempregados, pensionistas e pobres) , é que não se pede licença, se puxa do "jus imperium" e se fala com voz grossa.”


O Passos do PSD, também anda de cócoras, pediu a um banqueiro para coordenar a sua proposta de revisão constitucional. E até já pediu a benção aos banqueiros portugueses!

Saí-nos cada coelho da cartola!

Senão é rosa, é laranja...

Que o respeitinho é muito bonito!

sábado, 13 de novembro de 2010

Fenprof recorre ao tribunal alegando ilegalidades na avaliação

"A Federação Nacional dos Professores (Fenprof) anunciou hoje que vai recorrer aos tribunais contra as «ilegalidades» que afirma estarem a ser cometidas no âmbito da avaliação de desempenho docente, acusando o Ministério da Educação de incompetência.
«O Ministério da Educação não sabe como aplicar o actual modelo de avaliação, vendo-se obrigado a encontrar sucessivas excepções que são ilegais e pedagogicamente ilegais», afirma a federação, em comunicado, exigindo a suspensão imediata da avaliação em curso.

Em causa está uma circular da Direcção-geral de Recursos Humanos da Educação enviada às escolas, segundo a qual se pretende «obrigar» os professores a aceitarem avaliadores de grupos de recrutamento diferentes dos seus, mediante declaração escrita, sob pena de se sujeitarem ao que for decidido pelas direcções regionais de educação.

«Esta aberrante circular contém um anexo com orientações para as escolas cumprirem, as quais são ilegais, nomeadamente a possibilidade de docentes que a lei impede de serem avaliadores serem obrigados a exercer tal actividade», por exemplo, segundo a Fenprof, liderada por Mário Nogueira.

Perante isto, a federação sindical, que hoje reuniu o seu secretariado nacional, decidiu «avançar com processos em tribunal», também em relação à progressão dos professores.

Na quinta-feira, o secretário de Estado Adjunto e da Educação garantiu que as escolas têm todas as condições para implementarem a avaliação de desempenho.

«O Ministério da Educação não identifica qualquer motivo para levar a cabo uma suspensão da aplicação do modelo de avaliação do desempenho docente que está a desenvolver-se de uma forma perfeitamente normal nas nossas escolas», disse Alexandre Ventura.

O governante desmentiu ainda que haja «falta de indicações, de esclarecimentos ou de orientações» por parte da tutela, como tinha acusado a Fenprof."

Lusa / SOL

terça-feira, 9 de novembro de 2010

Governo aprendeu com o sucateiro e agora quer desmantelar a ADSE


O ódio do Governo de Sócrates aos funcionários públicos é tão grande que agora quer destruir a ADSE!


O Governo está há muitos anos a enganar todos com estas notícias sobre a ADSE. E os sindicatos da função pública, estão como é hábito, a dormir. O que o Governo não diz é que a maioria dos custos imputados à ADSE respeitam aos pagamentos que esta faz ao Serviço Nacional de Saúde, pelos atendimentos dos funcionários nas urgências e centros de saúde (cerca de 150 euros por cada atendimento em urgência, mesmo se só para tirar a temperatura... isto é que é um ROUBO) e nos internamentos, como cobra a qualquer seguro privado. Isto é uma forma de camuflar os custos do SNS e empolar os custos da ADSE e dizer que os funcionários públicos são todos uns "parasitas". Um trabalhador que desconta para a Segurança Social, se for atendido na Urgência do SNS custa igualmente 150 euros ao Estado, mas este custo é imputado ao SNS, ou por outras palavras, ao Orçamento de Estado.


Concluindo, um funcionário público desconta 11% para a CGA e ainda paga mais 1,5% para a ADSE, enquanto um trabalhador do privado só desconta 11%.


E depois dizem que o funcionário público é um privilegiado!

domingo, 7 de novembro de 2010

O abismo está cada vez mais perto!

Afirma o sociólogo Boaventura Sousa Santos no Público "A classe média é composta por aqueles que conseguem planear a vida, a ida dos filhos para a universidade, a compra do carro, as férias. Ora, as condições que tornaram possível o seu aparecimento estão a ser destruídas", constata, para concluir que, "se as democracias valem o que vale a classe média, então é evidente que a democracia portuguesa está a cometer suicídio"

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Sempre o défice?

Claro que é importante reduzir o défice!

Mas quem o criou?

Quem o alimentou?

Quem nunca apresentou propostas...

Quem desviou o nosso dinheiro?

Quem governou, governando-se?

Quem enriqueceu à nossa custa?
Sócrates, Vara, Coelho, Cavaco, Passos Coelho, Durão Barroso, Alegre, Louçã, Gerónimo e centenas de outros políticos cheiram mal!

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Estamos entregues à bicharada!

O Sócrates já sei que mente!

O Passos Coelho só sei que pede desculpa e é obediente aos banqueiros....

De Cavaco já não espero nada! Só se preocupa em vetar detalhes...

Est&m#s f#$%$#s!

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Em Portugal há lobos esfaimados à solta!


Da colaboração entre os socialistas e os sociais-democráticos, do PS de Sócrates e do PSD de Passos Coelho, o que se vê e se sente é a destruição dos direitos sociais de quem trabalha!


No PEC 2 atacaram os direitos dos trabalhadores ao subsídio de desemprego. Neste orçamento, baixam salários, aumentam impostos e cortam nas prestações sociais.


Agora até às grávidas tiram direitos!


O Passos Coelho parece que está muito contente com este orçamento e já espera satisfeito por exigir mais sacrifícios a quem trabalha. (Ver jornal Público)

Afinal para que fez o acordo? Estes políticos são uma maravilha, entram em "negócios" que prejudicam os cidadãos e depois parece que não é nada com eles.

O Sócrates anda discreto, a ver se lhe esquecem as trapalhadas. A Face Oculta ainda não revelou tudo...


“Os incentivos à natalidade foram uma das bandeiras do primeiro-ministro. Durante a campanha para as legislativas de 2009, José Sócrates propôs-se atribuir 200 euros por cada bebé nascido numa Conta Poupança-Futuro, com benefícios fiscais. Duplo objectivo: incentivar a natalidade e estimular hábitos de poupança. O cheque, porém, nunca chegou a sair do papel. A majoração do abono de família foi sol de pouca dura e o apoio às grávidas está a esfumar-se. Parece que quem não pediu a tempo já não tem direito! (Ver jornal Público)


Os nossos políticos do PS e do PSD nos últimos 30 anos só tiveram uma única ideia política “o betão”, não construíram nada de produtivo, “os serviços eram o futuro”, e agora só nos resta pagar os seus erros!


Como lobos esfaimados atacam sem piedade quem trabalha!

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Um dia o barco vai ao fundo!

A nossa população continua a ter as qualificações mais baixas da União Europeia. Muitas das crianças só se mantinham na escola por causa dos subsídos à família. Agora com os cortes o abandono vai disparar!

Os lorpas dos sindicatos na pressa de fazer bonito com a Barata Tonta assinaram tudo o que lhes puseram à frente. O modelo de avaliação é um verdadeiro atentado ao bom senso, à justiça, à imparcialidade e à transparência. Só vai continuar a promover o mal-estar na escola e a piorar a educação.

A Barata Tonta não tem palavra, foi parar ao ministério porque deve ser giro. Não tem ideia do rumo a seguir, só sabe cortar disfarçadamente nos apoios às crianças, piorar a escola. É tudo culpa das costas largas da crise!

Agora na Educação temos uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma!

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Brilhante! Sr. Sócrates!


"Está para nascer um primeiro-ministro que faça melhor no défice do que eu" (agência Lusa, 22.07.09) afirmou o nosso Primeiro-Ministro, José Sócrates, há um ano.


Olhando para a minha folha de vencimento e a fazer fé nos aumentos do nível de vida que os jornais e as televisões anunciam para 2011. Não há dúvida, o nosso “engenheiro” é o melhor de sempre!


Espero que os portugueses, dada a qualidade inegável da sua gestão de Portugal nos últimos 5 anos, lhe permitam experimentar o delicioso remédio que nos está a obrigar a beber e passe a viver sem direito a subsídio de desemprego, nem de reinserção (é rico, tem casa própria e uma conta no banco com mais de 100 mil euros) e lhe proporcionem uma estadia num fabuloso “resort” na Coreia do Norte.


Viva o xuxialismo!

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

As maravilhosas SCUT's


Estou mais descansado!

Ainda bem que prevêem um encaixe de 20 milhões de euros para as Estradas de Portugal com as portagens nas SCUT's até ao final do ano!

É um alívio saber que o dinheirito do boi Almerindo e outros bois do PS e do PSD já estão assegurados.

Eu vou evitar dar para este peditório!
Prefiro gastar o dinheiro, que me custa a ganhar, numas férias fora deste antro!

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

AS DIARREIAS MENTAIS DO sousa tavares (deve ser primo do pinto sousa)

Na última semana, na SIC, onde é comentador generalista, Miguel Sousa Tavares tagarelou novamente sobre os professores.

Nada teria de anormal não fosse o facto de mais uma vez ter proferido uma enxurrada de falsidades e de banalidades demagógicas e populistas. Os dislates que teve o atrevimento de referir não só introduzem o ruído na análise e na compreensão das questões que envolvem a classe docente, como pretendem enganar e manipular deliberadamente os portugueses. Porque tem MST este desamor e desconfiança pelos professores, não se sabe bem. O que sabemos, porém, é que MST tem qualquer problema emocional ou intelectual mal resolvido que o faz ter uma obsessão face aos professores. Sempre que fala dos professores, o azedume e os preconceitos são evidentes, sendo o momento aproveitado para uma descarga catártica.

MST e os opinion maker devem ser alertados para o facto de que ter tempo de antena não lhes dá o direito de opinar sobre todo e qualquer assunto, a capacidade de responder a qualquer questão, de falar como autoridade sobre temas que estão claramente fora da esfera das suas competências. É que, quando assim não pensam e agem, cometem erros, emitem falsidades, dizem disparates e primam pela falta de rigor e de sustentação.

No caso do comentário que MST lavrou sobre os professores, foi o que se verificou. Ao afirmar que os docentes são responsáveis pela capitulação das reformas do Governo e pelo agravamento das contas públicas, uma vez que todos são avaliados com muito bom e óptimo e que passam a ganhar todos mais de forma automática, labutou numa grosseira mentira. O seu comentário revelou desconhecimento da matéria, ausência de informação fidedigna, preguiça de análise, tendo sido esta realizada com manifesta intencionalidade, vontade deliberada e expressa maldade. O que MST deveria dizer, em nome da honestidade, da verdade e da responsabilidade, era que os professores têm sido uma das classes mais sacrificadas pelos sucessivos governos: viram salários e carreiras congeladas, a degradação do seu ambiente profissional, o aumento da carga horária e os salários mais baixos da OCDE. A actual estrutura da carreira docente está em concordância com os demais serviços da Administração Pública, pelo que existe o estabelecimento de quotas. Assim, não é verdade que todos os professores sejam avaliados de igual modo e que todos tenham passado a auferir mais vencimento. Também as progressões na carreira não são automáticas, estando dependentes da avaliação e da formação contínua. Por isso, sinto vergonha de ver este senhor a fazer comentário político numa televisão, procurando promover-se pelo confronto e pela polémica gratuita e propagandista.

O povo costuma afirmar que “cada macaco deve estar no seu galho”. Ora, pelo triste e infeliz papel que MST tem mostrado, ser comentador não é decididamente o seu galho.

Manuel António Rebelo Ferreira, Lamego

terça-feira, 5 de outubro de 2010

QUEREMOS O TIRIRICA

Queremos o Tiririca como 1º Ministro!
Se temos brasileiros na selecção nacional de futebol, também queremos ter um a 1º Ministro.

Não queremos mais socialistas que afirmam que "o povo tem de sofrer as crises como o Governo as sofre".

Com o Tiririca pior não fica!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

MENTIROSOS!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O vampiro Sócrates e os comparsas do Partido Socialista são todos uns mentirosos! Continuam a cavar o buraco para onde Portugal está a escorregar!
Passos Coelho e Paulo Portas impávidos e serenos ajudam à festa!
O debate na Assembleia da República confirma, só temos uma cambada de vampolíticos!
Ideias para o futuro, da Esquerda à Direita; só se usarmos uma lupa! E mesmo assim...

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Passos tirou da cartola um coelho morto!


Que Passos Coelho não tinha ideias já sabíamos. Agora que amuasse depois de uma escapadela com o Sócrates é que não sonhávamos! E que o nosso Primeiro também embezerrasse… só numa novela mexicana! Ou nova-iorquina!

Sócrates cheira mal!

Passos Coelho cheira mal!




Também o que esperar de um Sócrates que concluíu a licenciatura por fax e ao Domingo e um de Passos Coelho que pede a Paulo Teixeira Pinto, um banqueiro reformado aos 40 anos de idade e presidente da Causa Real, que coordene a proposta de revisão constitucional do PSD!



O que eles querem sei eu e sabem os portugueses que pagam impostos!

Queremos mais qualidade nos nossos políticos!

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Os politicos portugueses enlouqueceram?!

Um comentário de um leitor do DN sintetiza a confusão que vai na cabeça dos nossos politicos:

"Atenção! Não se deixem enganar! Isto é tudo um engodo! As famílias devem poupar, mas só até 100 mil euros! A partir daí, mesmo que tenham poupado com esforço e sacrifício, passam a ser milionários e deixam de poder receber abono de família para os seus filhos! São estes hipócritas que incentivam a poupança. Só os loucos poupam... é preferível derreter tudo o que tem, em consumo desenfreado, e depois, na eventualidade passar por um período difícil, entrega a sua vida ao estado, que lhe vai pagar RSI, Abono de família e tudo o mais que houver. Em Portugal, este governo PS, conseguiu inverter a fábula da formiga e da cigarra: em Portugal a cigarra é premiada (tem direito a ser mantido pelo estado, recebendo mil e um subsídios) e a formiga é castigada (não tem direito sequer a abono de família). Assim, vai o nosso Portugal!"
No PSD temos outro iluminado, pensa que é alterando um papel que vai resolver todos os problemas do país. Ainda por cima só quer acabar com o Serviço Nacional de Saúde para criar oportunidades de negócio aos Mellos e Espirito Santo ou acabar com o Ensino Público para os colégios que estão a perder alunos com a crise voltarem a encher os bolsos.
Como diz um comentário neste blog:

"Estamos **** (tramados)! Com os xuxas é sempre a desgovernar e com a laranja do Passos vai ser sempre a pagar!"

sábado, 18 de setembro de 2010

socratinices

Tomás desistiu da escola sem ter concluído o secundário. Graças ao programa criado pelo Governo para aumentar as qualificações dos portugueses, teve equivalência ao 12º anoempoucos meses e entrou na universidade com umamédia de 20 valores, conseguida com apenas um exame de Inglês. Ainda assim, concorreu em igualdade de circunstâncias com todos os outros.
Oficialmente, é o aluno com a mais alta nota de candidatura ao ensino superior.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

ANTÓNIO NOVOA: “Voluntarismo a mais e concretizações a menos”

A República Educadora foi o tema da conferência proferida por António Nóvoa ontem à noite, 13 de Setembro, no Salão Nobre da Câmara Municipal.

O especialista em História da Educação fez uma análise cronológica do estado da escola em Portugal que dividiu em três fases: 1890 a 1910 – O chapéu da moda; 1910 a 1926 – Período da I República e 1910 a 2010 - Cem anos de República.

Sobre o actual momento na educação, referiu que o caos burocrático e legislativo é asfixiante, e , não querendo ser deselegante, lá mandou o recadinho ao governo : "voluntarismo a mais e concretização a menos".
enviado por email

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Parece que é uma espécie de Post

Bem acho que tinha aqui umas coisas para dizer, o que provavelmente faz de mim um achista, uma criatura comum e ordinária. Ouvi uma vez, que um passo para a felicidade e deixarmos de nos levar muito a sério. Adiante ...

Para relaxar um cromo recente que descobri. Faltava-me na caderneta, está o máximo. Parabens ao autor:


Partilho também este link do jornal I que parece ser alternativa ao ME empancado: Listas

Comentando aquele rumor de que haveria concursos intermédios em 2011: não contem com isso. O MFinanças não autoriza. Isso significaria mais despesa, especialmente mais gente nos quadros com regalias mais pesadas para o estado. Dessa maneira contem só para 2013, isto dentro da normal anormalidade pinocratina. Depois não vejo utilidade, como dizem alguns um concurso intermédio só para QZPs. Seria mau porque haveria fraca mobilidade.

Saudinha

domingo, 29 de agosto de 2010

De regresso à fábrica


Estamos de volta à fábrica socratina, uma espécie de aviário onde os filhos do regime tomam a sopa social e aprendem a doutrina. Ora esta última, à moda do Santa Comba, será apenas na dose mínima, porque esta gente não precisa de pensar, para isso estão lá o Sousa, o virgulino e o malho.

A novidade este ano, são os ultra, mega e hiper agrupamentos. Mais uma medida economicista. Será? para o governo sim, para o estado não, pois as câmaras vão arcar com custos. Essencialmente serão os professores primários a levarem a talhada, pois muitas turmas serão fundidas. Mas o que o sousa e a sonsa gostam de apregoar são mesmo mais computadores, e muito elefante branco/centros escolares.

Na volta temos ainda um novo/velho estatuto do aluno, naquele ritmo socratino do faz -desfaz, tal como ferias judiciais e outras pérolas. Mas outras jóias da coroa estão ai pr´á confusão: um estatuto da carreira parido às prestações, que mais parece o processo casa pia - sugeria acções de formação sobre esse - porque realmente, como convém aquilo é tal salsada que ultrapassa o deus me livre. O mesmo se aplica à avaliação docente. Foi este o legado da milú, será que isto também está no livro?

Pois na entrada do ano com tal motivação e prenuncio, estou como a anchova, tanto se me dá que faça sol como chova.

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

PARA MEMORIA FUTURA l

Cândida Almeida travou equipa mista liderada pela PJ para investigar o Freeport

"A transferência da chefia da investigação do caso Freeport do Ministério Público (MP) do Montijo para o Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP) coincidiu com o surgimento de novas suspeitas sobre uma eventual ligação de José Sócrates ao caso e com o conhecimento, por parte de Cândida Almeida (directora do DCIAP), de que a Polícia Judiciária (PJ) estava a constituir uma equipa de investigação conjunta com a polícia inglesa à revelia do MP.

Um dos argumentos usados várias vezes por Cândida Almeida, como o PÚBLICO já revelou, para não avocar a direcção do inquérito até Outubro de 2008, foi o de que não havia nos autos referências significativas a Sócrates - embora tal justificação não tenha respaldo no estatuto do MP. Ainda assim, o nome do ex-ministro do Ambiente estava nos autos desde o início, mas foi nas vésperas da decisão da directora do DCIAP de chamar a si o processo que essas referências se tornaram iniludíveis.
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Ninguém acredita na justiça e isso só serve aos corruptos. Ao contrario do que parece, as fugas de informação não difamam os arguidos, apenas descredibilizam os processos e o sistema judicial, que socialmente perdeu o respeito do cidadão, o que permite que os culpados à saída dos tribunais não tenham vergonha das penas e as considerem um mal menor.
E o que fazem os juízes, esse baluastre da democracia, esse pilar do estado de direito, acanham-se e tornam-se um instrumento do poder? o ministério publico deixa-se enrodilhar nas situações, tem atitudes mal explicadas, é a mexicanização do regime. A própria PJ parece-me que ainda é quem melhor sai da foto, embora já aparecem fugas de informação da própria, como os documentos que foram parar às mão do amigo vara.
Não se compreende esta pouca vergonha. Há sempre muita coisa mal explicada, muitas coincidencias, nada é transparente como o deveria ser num estado de direito.
Ainda recentemente, creio que a OCDE veio dizer que Portugal não aplica as recomendações de combate à corrupção. Outro paradigma português são as leis com janelas e rabos de palha, prontas a safar os patos bravos quando se justificar. Vejamos um bom exemplo: porque é que um primeiro ministro não é julgado como qualquer outro cidadão? isto não é uma democracia? porque não não deixaram a PJ investigar, porque é que nem o MP pôde trabalhar as escutas tendo o Presidente do STJ o poder para decidir sozinho o destino do Sousa. Tudo muito condicionado, muito blindado.
ISTO NÃO É UMA DEMOCRACIA.


"Encerram o inquérito e têm lá 20 e tal perguntas que dizem que não puderam fazer por falta de tempo. Isso é chamar estúpido ao povo português" Marinho Pinto

domingo, 8 de agosto de 2010