domingo, 6 de fevereiro de 2011
terça-feira, 14 de abril de 2009
O HINO DA REVOLTA
Xutos escrevem hino da revolta contra o regime xuxalista que dá por nome sem eira nem beira, onde abordam a corrupção, o xupismo das elites no aparelho de estado e o abandono do povo. O refrão é dirigido ao engenheiro do sistema.
Pode-se dizer que a luta já tem hino e poderá catalisar o meio artístico para uma oposição e ataque ao statosquo. Já vimos estes movimentos noutras épocas, por sinal fortemente patrocinados por anarquistas. Pode ser que a dona lurdes vista de novo a farda do flower power!
Os xutos vão estar para o engenheiro como o abrunhosa esteve para o cavaco(quem se recorda do concerto da caparica: o que é que o cavaco e a maria vão fazer? talvez f... - fez história) Já cheira a fim de festa.
Aqui está a letra. Abra o vídeo e cante... cante...
Anda tudo do avesso
Nesta rua que atravesso
Dão milhões a quem os tem
Aos outros um passou - bem
Não consigo perceber
Quem é que nos quer tramar
Enganar
Despedir
E ainda se ficam a rir
Eu quero acreditar
Que esta merda vai mudar
E espero vir a ter
Uma vida bem melhor
Mas se eu nada fizer
Isto nunca vai mudar
Conseguir
Encontrar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a comer
É difícil ser honesto
É difícil de engolir
Quem não tem nada vai preso
Quem tem muito fica a rir
Ainda espero ver alguém
Assumir que já andou
A roubar
A enganar
o povo que acreditou
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar
Conseguir encontrar mais força para lutar
Mais força para lutar...
(Refrão)
Senhor engenheiro
Dê-me um pouco de atenção
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Não tenho eira nem beira
Mas ainda consigo ver
Quem anda na roubalheira
E quem me anda a foder
Há dez anos que estou preso
Há trinta que sou ladrão
Mas eu sou um homem honesto
Só errei na profissão
