Voltando à séria. Uma ordem teria interesse para valorizar a profissão, uma ética, uma deontologia, o essencial e o estrutural da profissão.
Ora isto não interessa nem aos sindicatos nem ao ME. Ambos perderiam margem de manobra.
O ME teria menos margem para por exemplo aprovar a MERDA de cursos que por ai proliferam, ou impingir avaliações e estatutos kafkianos.
Os sindicatos perderiam poder negocial nalgumas matérias, mais do foro profissional, onde por vezes toma posições que nos lixam a imagem e brio profissional.
A associação nacional de professores, devia era ir plantar batatas e deixar a matéria para quem sabe. Ora dizer que na ordem estariam representados os encarregados de educação e mais não sei quem, é de bradar aos céus. As ordens servem para dignificar e regular as profissões no interesse dos servidos, sendo exclusivamente profissionais. Ora vejam o mestre albino, o pai dos pais, na ordem dos professores ??????????????!!!!!!!!!!!!
Pois...
Não me arrepia uma ordem. Vejo até algumas vantagens, na linha do que mencionei, e depois, como em todas as profissões, há por ai uns professores que precisavam de uma ordenzinha, que o ME não se dá ao respeito, e a coisa feita pelos pares sempre era melhor aceite.
Em Portugal o professor não é um profissional liberal, a profissão é tutelada pelo estado e por isso a ordem tem feito pouco sentido. Mas, chegados aqui, onde vários problemas se levantaram, sem que ME e por vezes sindicatos zelem pelo superior interesse da profissão, é de equacionar a coisa, mas, a ANP que vá plantar batatas, o que preconiza, está distante do que é uma ordem e especialmente uma ordem que interesse à profissão.































