“Paulatinamente, as escolas foram-se transformando em locais de subjugação, de vivência dolorosa e inútil. Nos casos extremos do Luís e do José António, em locais de tortura e morte".
quarta-feira, 31 de março de 2010
quinta-feira, 25 de março de 2010
sábado, 20 de março de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Roubalheira!
- Gasolina Sem Chumbo 95 - 1,419 €
- Gasóleo - 1,554 €
A informação é controlada pelas petrolíferas e ninguém notícia o que nos afecta a todos e apenas brincam aos circos com os políticos.
quarta-feira, 17 de março de 2010
A PESTE ENCARNOU O MAL
Alçada vestiu a pele da milu. Mantém-se o conteúdo, muda-se a forma. O mesmo maquiavelismo, a mesma falsidade, as mesmas tortuosas técnicas de chegar a um único objectivo: afogar a classe e tornar a escola pública num Carnaval em prol dos colégios privados.
A corja do ME aproveitou a paz podre e lá veio a bruxa com uma maçã envenenada. Aproveitou o dossier do estatuto em aberto e tentou à socapa introduzir alterações inaceitáveis, que cilindram completamente a profissão docente, descaracterizando-a e desmembrando-a, tornando-nos uns lacaios do ministro das finanças. Eu nem lhe dei o beneficio da duvida, já vi que estava certo.
A corja propõe:
- Eliminação das regras de recrutamento para os quadros das escolas ou agrupamentos, sendo também estes eliminados, bem como a existência de vagas;
- Separação entre ingresso nos quadros (que seriam substituídos por mapas de pessoal) e ingresso na carreira, na qual apenas se poderá entrar por procedimento concursal dependente do Ministério das Finanças;
- Consideração de precariedade como regra, bem patente quando se afirma que os “postos de trabalho existentes nos mapas” das escolas e agrupamentos “podem ser ocupados por docentes integrados na carreira”;
- Reforço da arbitrariedade da administração educativa no que respeita à possibilidade de transferir compulsivamente os professores de escola;
- Fim de todas as formas de mobilidade actualmente existentes – concurso, permuta, destacamento, requisição e comissão de serviço – e substituição por “mobilidade interna” (por prazos de 4 anos) e “cedência de interesse público”;
- Aplicação pura e simples da Lei 12-A/2008, de 27 de Fevereiro, ou seja, negação, na prática de um estatuto profissional e de carreira específico para o pessoal docente, o que traduz um retrocesso de mais de 20 anos;
- Aplicação generalizada das regras de contrato individual de trabalho, quer a docentes actualmente contratados, quer dos quadros. Se esta questão não for alterada, mantendo-se o regime de nomeação, a FENPROF apresentará queixa em tribunal contra o Ministério da Educação por violação, por um lado, da lei da negociação (Lei 23/98), por outro do princípio constitucional da segurança jurídica dos cidadãos, neste caso dos que são trabalhadores docentes .
Sra Ministra não se esqueça que não tem maioria no parlamento.
terça-feira, 16 de março de 2010
Com sorrisos se enganam os professores
segunda-feira, 15 de março de 2010
O eng. Freenóquio ainda não pode festejar!
domingo, 14 de março de 2010
Trabalha? Então paga mais imposto!
Teixeira dos Santos afirmou depois da reunião extraordinária de Conselho de Ministros onde se aprovou o PEC (Plano de Expoliação Consumada):
quinta-feira, 11 de março de 2010
Semearam ventos...
terça-feira, 9 de março de 2010
GOVERNO ESMAGA QUEM TRABALHA
domingo, 7 de março de 2010
Sócrates afinal conhece o Manuel Pedro do Freeport
A investigação do processo Freeport tem na sua posse uma carta que terá sido enviada, a 4 de Abril de 1996, por um dos sócios da empresa Smith&Pedro, Manuel Pedro, a José Sócrates. O documento indicia que, ao contrário do que o primeiro-ministro tem dito, ambos se conheciam. Mas, em declarações ao DN, Sócrates foi peremptório: "Reafirmo tudo o que disse em Janeiro de 2009. Não conheço esse senhor" José Sócrates declarou ainda não se recordar de ter recebido a carta em causa.
"Caro amigo, desculpe fazer- -lhe chegar esta missiva à sua residência, mas considerei ser esta a via mais adequada, atendendo ao interesse de manter este contacto sob reserva." É assim que a carta começa e que, segundo a Polícia Judiciária, poderia indiciar um conhecimento mútuo."
Freeport: MP investiga novas pistas contra Sócrates
Os procuradores encarregues do caso irão durante este mês a Londres para novas inquirições e para decidirem o que fazer com o nome do primeiro-ministro: deixá-lo de lado de uma só vez ou propor ao Procurador-Geral da República, Pinto Monteiro, uma investigação directa a José Sócrates que abrangeria entre outras medidas as suas contas bancárias.
Recorde-se que o caso Freeport teve início em Fevereiro de 2005 mas apenas em 2009 é que foram constituídos sete arguidos, sendo os principais Manuel Pedro e Charles Smith, antigos sócios da Smith&Pedro, a consultora contratada pelo Freeport para garantir a aprovação do outlet em Alcochete.
POLÍCIA JUDICIÁRIA E INSPECTORES EM CONFLITO
De acordo com o 'Expresso' os procuradores encarregues do caso 'Freeport' e a coordenadora da Polícia Judiciária de Setúbal que acompanha o caso desde o primeiro minuto estão em conflito. Na base desta incompatibilização estarão as posturas distintas sobre a investigação e diligências a efectuar relacionadas com o primeiro-ministro, José Sócrates. " na Sábado
sexta-feira, 5 de março de 2010
CONTINUO SEM PERCEBER!!!
Primeiro nacionalizaram as dívidas dos bancos. Nacionalizaram o BPN, ajudaram o BPP e emprestaram (avalizaram) as dívidas dos outros bancos. Agora, por causa dessas dívidas, pedem-lhes dinheiro emprestado e com juros! Mas, não devia acontecer como nos Estados Unidos, em vez de emprestar, não deviam de estar a devolver? Que raio de governo é este?
E nós aceitamos tudo?!
O governo e o Sócrates não passam de meros lacaios daqueles que realmente conduzem a nossa vida em seu proveito!
Temos que exigir o que nos roubaram!
quinta-feira, 4 de março de 2010
QUEM TRABALHA É QUE PAGA SEMPRE!
O jornal grego Elefthérotypia afirmou ontem, em título: “Um dia inesquecível: uma avalancha de medidas mudam a nossa vida”.
O GATO
O gato sousa é um gato batoteiro, porque não engana a vida, engana os portugueses, subverte as regras, corrompe a democracia.
Moura Guedes na comissão de ética disse, sem grande admiração para o pais:
" a inspectora da Polícia Judiciária que lidera a investigação do caso Freeport, Maria Alice, terá recebido telefonemas do gabinete de Sócrates e "é permeável a pressões".